Emmanuele Baldini - Coordenador de Classe

Emmanuele Baldini nasceu em Trieste (Itália) cercado pela música: seu pai, Lorenzo Baldini, foi um importante pianista e didata italiano; e sua mãe, Eletta Baldini, foi professora de teoria e solfejo no conservatório da sua cidade, além de ser uma formidável pianista também.      Depois dos estudos em Trieste com Bruno Polli, Baldini se aperfeiçoou em Genebra com Corrado Romano, em Salisburgo e Berlim com Ruggiero Ricci, e mais recentemente na regência com Isaac Karabtchevsky e Frank Shipway. Desde sua adolescência ganhou inúmeros concursos internacionais, entre os quais se destacam o “Premier Prix de Virtuosité avec Distinction” em Genebra, o “Forum Junger Künstler” em Viena e mais dez concursos para solistas ou em grupos de câmara. Na Itália, Baldini foi “spalla” da Orchestra del Teatro Comunale di Bologna, Orchestra del Teatro alla Scala di Milano, e a Orchestra del Teatro “Giuseppe Verdi” di Trieste, e desde 2005 é “spalla” titular da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (OSESP). Como convidado, foi "spalla" também da Orquestra Sinfônica da Galícia, na Espanha. Como regente, se destacam concertos no Teatro Colón de Buenos Aires, no Teatro del Sodre de Montevidéu, e apresentações com as principais orquestras da América latina. Desde 2017 é diretor musical da Orquestra de câmara de Valdivia, no Chile, começando assim um novo capítulo de sua atividade multifacetada.      

Alessandro Borgomanero

Nascido em Roma, formou-se com o título de Mestre em 1992, na Universidade de Música Mozarteum, de Salzburg, na classe do violinista Ruggiero Ricci. Continuou seus estudos com renomados violinistas como Boris Belkin, Salvatore Accardo e Rodolfo Bonucci. Apresentou-se como solista frente a várias orquestras como, Orquestra de Câmara de Budapest, Salzburg Chamber Soloists, Philadelphia Virtuosi, London Mozart Players, Orquestra de Câmara de Berlim, Orquestra Sinfonietta Salzburg, Bachiana Filarmônica, Sinfônica de Vaasa (Finlândia), Sinfônica de Guayaquil, Sinfônica Nacional do Equador, L´Armonica Temperanza di Roma, Filarmonica Siciliana, Tblisi State Chamber Orchestra (Georgia), Filarmônica de Montevideo e com a maioria das orquestras do Brasil. Vive em Goiânia desde 1997 onde é professor de violino na Universidade Federal de Goiás.

Davi Graton

Nascido em São Paulo, fundador da Camerata Fukuda, onde iniciou sua carreira como spalla – cargo que também ocupou na Sinfônica da USP durante 15 anos e na Orquestra Experimental de Repertório por 18 anos. Venceu vários concursos como o Jovens Solistas da Osesp e o IX Prêmio Eldorado de Musica. Como solista já se apresentou com a OSESP, OSUSP, OER entre outras. Atualmente é spalla da Osesp, professor da Academia de Música (Osesp), integra o Quarteto Osesp e fundador do Trio São Paulo. Toda sua carreira foi desenvolvida exclusivamente aqui no Brasil.

Davide Alogna

Davide Alogna tem uma formação musical eclética e internacional. Formou-se com distinção em violino e piano nos Conservatórios de Como e Ferrara, em música de câmara e violino no Conservatório de Paris. Ele estudou composição com Luca Francesconi e aperfeiçoou-se na Accademia Chigiana em Siena com Giuliano Carmignola, que o chamou de "um grande talento", recompensando-o com um "diploma de honra". Em 2009, ele foi honrado de um Stradivarius para vários concertos para o Conselho de Ministros e para Teleton. Em 2016, ele fez sua estréia solo no Stern Hall do Carnegie Hall em Nova York e em 29 de outubro de 2017 como solista no Teatro alla Scala em Milão, acompanhado pela Cameristi della Scala. Ele iniciou uma brilhante carreira de músico solo e de câmara que o levou a se apresentar em algumas das salas de concerto mais importantes da Itália e do exterior. Berliner Philarmonie, Smetana Hall em Praga, Rudolfinum, Suntory Hall em Tóquio, Cairo Opera House, Auditorium laVerdi em Milão, o Teatro Bibiena em Mântua, Salle Cortot em Paris, Munique no Herculessaal e no Gasteig, Novomatic Forum em Viena, Palau de Bellas Artes na Cidade do México, Ateneu de Madrid, Yongsan Art Hall em Seul e ele tocou com várias orquestras, incluindo a Filarmônica de Toscanini, os Cameristi do Teatro alla Scala, a Orquestra Sinfônica de Sanremo, a Orquestra de Câmara de Mântua, os Rossini de Pesaro, os Respighi de Latina, a Orquestra Filarmônica Italiana, a Orquestra de Teatro Cilea, Orquestra de Câmara de Nova York, Munique KammerPhilarmonie, Vogtland Philarmonie, Filarmônica do Norte Tcheca, Tailândia Orquestra Filarmônica, Orquestra Sinfônica do Cairo, Orquestra Sinfônica do Cairo, Sinfonia da Nova Inglaterra, Tchaikovsky Philarm Orquestra Onônica, Orquestra Sinfônica de Estado do México, Orquestra de Bellas Artes, Sinfônica de Monterrey, Orquestra de Câmara de Istambul, Orquestra Sinfônica do Estado de Adana e muitos outros juntamente com grandes maestros e solistas como Eliau Inbal, Lior Shambadal, Natalia Gutman, Elisso Virsaladze, Francesco Lanzillotta, Bruno Canino, Jeffrey Swann, Roberto Prosseda e Roberto Plano. Ele gravou vários CDs solo para Warner Classics, Naxos, Brillant Classics, Suonare News, Amadeus, Phoenix Classics e Velut Luna. Davide Alogna é um dos músicos mais ativos para o estudo, redescoberta e difusão do repertório italiano do século XX. Seu trabalho permitiu reviver várias obras de Respighi, Fano, Omizzolo, Castelnuovo-Tedesco, Wolf-Ferrari através de primeiras apresentações nacionais e mundiais, gravações e publicações. Em 2015, ele publicou a gravação de Alogna del Concerto all'Antica por Ottorino para a revista Amadeus. Respighi, obra esquecida há mais de 70 anos, após o concerto em todos os continentes na estréia nacional (México, Itália, Turquia, Alemanha, Egito, Guatemala, Tailândia, Tailândia, Portugal, Polônia). Em 2020, ele usará o Per Casa Remember para sua revisão da parte de violino do concerto. Em 2018, ele foi selecionado por Curci e Cidim como crítico dos três trabalhos originais de violino de Mario Castelnuovo-Tedesco e como resultado do primeiro disco de repertório da gravadora Naxos. Ele foi o anfitrião de transmissões para Rai1, Radio Classica, RadioRai, Radio Toscana Classica, Radio Popolare e RadioFrance. Recentemente, a Radio delle svizzera Italiana (RSI2) dedicou 4 episódio aos seus mais recentes projetos de gravação e a todas as suas atividades de concerto. Prêmio em vários shows nacionais e internacionais, para 2009 o primeiro prêmio do concerto solo "Prix d'Interpretation Musicale" da Cité Universitaire de Paris e do INAEM da Espanha. Em 2010, o município de Milão realizou a conferência "Prêmio de excelência em música 2010". Desde 2019, ele é o artista Warner Classics. Identifiquei o criador do "Rode Project" (apoiado por Cidim e Suonare News) durante a recente pandemia de Covid19, os 24 melhores violinistas italianos em vídeo e, em seguida, gravação de áudio com estudos destinados a estudantes conservadores David Alogna. Atores teatrais italianos na representação dos espetáculos "La Leggenda Paganini", juntamente com o ator Paolo Sassanelli e o guitarrista Giulio Tampalini e "Per Elisa" com Violante Placido e Giuseppe Greco. Davide é professor de violino no Conservatório "F. Cilea" em Reggio Calabria. Ele toca para o estimado Carlo Antonio Testore, Milão 1712.

Maria Fernanda Krug

Ex aluna do violinista Salvatore Accardo, a violinista Maria Fernanda Krug tem atuado como solista e camerista nas mais importantes salas de concertos, em importantes orquestras internacionais como Salzburg Chamber Soloists, Kremlin Chamber Orchestra e Capella Bydgostiensis e nacionais como Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, Bachiana Chamber Orchestra, Orquestra Sinfônica de Heliópolis, Amazonas Filarmônica entre outras.   Maria Fernanda é natural de Piracicaba e iniciou seus estudos com sua mãe na Escola de Musica de Piracicaba. Aos 13 anos passou a estudar com Elisa Fukuda em São Paulo e posteriormente com a violinista búlgara Evgenia Maria Popova. Vencedora de vários concursos nacionais, Fernanda recebeu em 1999 o Prêmio Eleazar de Carvalho durante o Festival de Musica de Campos do Jordao. 
É violinista chefe de naipe da Orquestra Sinfônica Municipal de SP e coordenadora e fundadora da Cantilena Ensemble. 


Paulo Egídio Lückman

Professor na Universidade Estadual de Maringá (UEM/PR) há nove anos, Paulo Egídio Lückman estudou com Luis Soler, Paulo Bosísio e Marco Damm. Graduou-se na Escola de Música e Belas Artes do Paraná, fazendo sua pós graduação (Mestrado e Doutorado) na Unicamp. Tocou na Orquestra de Câmara de Blumenau (1991-94) e na Orquestra Sinfônica do Paraná (1998-2011). Como professor, vem conciliando sua atividade na UEM com frequentes viagens a cidades do Paraná, Santa Catarina e São Paulo, atendendo indistintamente a convites de instituições públicas, projetos sociais, Igrejas e para aulas particulares.

Déborah Wanderley dos Santos

Reconhecida como Musicista Cidadã pela Chicago Symphony Orchestra, Déborah Wanderley dos Santos é violinista da Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP). Mestre em performance de violino pela Universidade Estadual de São Paulo, e Bacharel em violino e viola pela North Park University em Chicago, atuou como violinista convidada na New York Philharmonic e Illinois Symphony, entre outras importantes orquestras. Por seu trabalho artístico, pedagógico e social, desenvolvido em parcerias e colaborações com instituições como Harvard University (Cambridge) e Organização dos Estados Americanos (Washington), foi laureada com diversos prêmios internacionais, entre eles o Hildegard Behrens (Nova York), Youth Action Net (Washington) e o 1o lugar no Performance Awards (Chicago). Déborah defende a educação e performance musical como importantes ferramentas de inclusão e transformação social. Estudou na Escola de Música de Brasília com Patrícia Machado Mello e iniciou sua carreira musical aos 12 anos atuando como solista frente a orquestras de sua cidade natal. Aos 17 anos mudou-se para Porto Alegre para tomar classes com Marcello Guerchfeld e aos 18 ingressou na Orquestra Sinfônica de Porto Alegre (OSPA). Foi bolsista na Vancouver Academy of Music (Canadá) e em seguida na North Park University (EUA), onde teve como mestre o violinista e violista Richard Young, e cursou, além de música, três anos da faculdade de Business and Economics com concentração em administração de ONGs.

Carmelo de los Santos

Cármelo de los Santos tem uma movimentada carreira como solista, camerista e pedagogo. Desde sua extensa experiência como concertista às recentes apresentações das integrais dos Caprichos de Paganini e as Sonatas e Partitas de Bach, seu virtuosismo e compromisso musical tem cativado o público internacionalmente. 

Ganhou projeção nacional aos 16 anos quando foi o mais jovem vencedor do concurso do“VII Prêmio Eldorado de Música”, em São Paulo. Desde então, vem se apresentando como solista convidado de mais de 40 orquestras, incluindo a New World Symphony, Santa Fe Pro-Musica, as sinfônicas de Southern Mississippi, Santa Fe, e New Mexico, a Filarmônica de Montevidéu, Orquestra Musica d’Oltreoceano (Roma), e as principais sinfônicas brasileiras como a do Estado de São Paulo, Brasileira, Petrobrás Sinfônica, Sinfônica da Bahia.

Cármelo tem colaborado com renomados regentes como Michael Tilson Thomas, Alejandro Posada, Jean-Jaques Werner, Guillermo Figueroa, Eric Shumsky, Rodolfo Saglimbeni, Yeruham Scharovsky, Jorge Pérez-Gómez, Silvio Viegas, Carlos Prazeres, Roberto Tibiriçá entre outros.

Cármelo estreou em Nova Iorque em 2002 como solista e regente no prestigioso Weill Recital Hall do Carnegie Hall juntoà Orquestra de Câmara ARCO. Cármelo foi premiado em diversos concursos internacionais entre eles o primeiro prêmio no IV Concurso Internacional de Instrumentos de Corda “Júlio Cardona”(Portugal), o primeiro prêmio no concurso promovido pela Associação Nacional de Professores de Música (Estados Unidos) e o segundo prêmio no Concurso Internacional de Jovens Artistas (Argentina).

 É Bacharel pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Mestre pela Manhattan School of Music, Nova Iorque, e DoutorpelaUniversity of Georgia, Geórgia, EUA.

Em 2009, lançou com o pianista Ney Fialkow, o CD “Sonatas Brasileiras” com obras de Villa-Lobos, Guarnieri e Santoro (Selo UFRGS) pelo qual recebeu o Prêmio Açorianos 2009 de Melhor CD Erudito e Melhor Intérprete Erudito.

Cármelo é professor titular na Universidade do Novo México, Albuquerque, EUA, onde vive com sua esposa Eugenia e o filho Arthur. Cármelo toca num violino J.B. Vuillaume de 1828.

Luis Otávio Santos

Nascido em 1972, Luis Otavio Santos é formado em violino barroco pelo Koninlkijk Conservatorium de Haia (Holanda), onde foi discípulo de Sigiswald Kuijken e obteve o Master’s degree em 1996. Desde 1992, desenvolve intensa carreira na Europa como líder e solista de eminentes grupos de música antiga, tais como La Petite Bande (Bélgica), Ricercar Consort (Bélgica) e Le Concert Français (França). Foi professor na Scuola di Musica di Fiesole, em Florença (de 1997 a 2001) e no Conservatoire Royale de Musique de Bruxelles (de 1998 a 2005). Luis Otavio atua como diretor artístico do Festival Internacional de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora. Também é fundador e coordenador do Núcleo de Música Antiga da EMESP, onde leciona violino barroco. É doutor em música pela UNICAMP. Desenvolve intensa atividade como regente junto a orquestras brasileiras, como a Camerata Antiqua de Curitiba, a Orquestra Sinfônica da USP, a Orquestra Sinfônica de Porto Alegre, a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional de Brasília e a Filarmônica de Goiás. Em 2007, recebeu o título de comendador da “Ordem do Mérito Cultural”, concedido pelo Ministério da Cultura, em reconhecimento à suas prestações em prol do desenvolvimento da cultura no Brasil. Foi eleito pela revista “Época” como um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2011.