Quarteto Campestre - Coordenadores de Classe

Fruto do trabalho e interação dos violistas e professores do Encontro Campestre de Violas, festival inteiramente dedicado a esse instrumento, o grupo que inicialmente brindava apenas os alunos com sua performance agora transcende o ambiente do festival e conquista carreira independente. Os 4 músicos são importantes expoentes do instrumento no Brasil, tendo em comum além de serem naturais da cidade de Piracicaba, terem sólida formação fora do Brasil, tendo participado de grupos como a Orquestra Filarmônica de Berlim e a Mahler Chamber Orchestra, entre outros. Com repertório variado que abarca obras de diferentes períodos e estilos, originais e transcrições,  o objetivo do conjunto é apresentar a grande gama de possibilidades desse instrumento normalmente não tão conhecido, a viola. Destacam-se no repertório 2 obras escritas especialmente para o conjunto, que foram estreadas na primeira edição do Encontro Campestre, em 2018, o "Quarteto ao Cair da Tarde", de Ernst Mahle e o "Scherzo Pastorale", de Leonardo Martinelli, ambos compositores da mais alta relevância no cenário musical brasileiro

Alexandre Razera

Natural de Piracicaba, Alexandre Razera iniciou seus estudos musicais aos 8 anos de idade na Escola de Música de Piracicaba. Dentre seus principais professores dentro do Brasil estão Celisa Amaral Frias, Marcelo Jaffé e Elisa Fukuda, com quem estudou até 1998, ano em que foi contemplado com uma bolsa de estudos da fundação Vitae para integrar a Academia Karajan da Orquestra Filarmônica de Berlim. Durante dois anos esteve sob orientação de Wilfried Strehle, participou de turnês, concertos e gravações sob a batuta de maestros como Claudio Abbado, Simon Ratle, Daniel Baremboim, Lorin Maazel dentre outros. Dando sequência aos estudos ingressou na Universidade de Artes de Berlim no curso de Bacharelado tendo como professor Ulrich Knoerzer. Atuou como primeiro violista de inúmeras orquestras dentro e fora do Brasil. Entre elas, Orquestra da Rádio e Televisão Eslovênia de Ljubljana, OSESP, OSB. Trabalhou por diversos anos junto a Orquestra do Festival de Lucerna, Filarmônica de Berlim, Mahler Chamber Orchestra e diversos grupos de música de câmera por toda a Europa. Integra regularmente o corpo docente de Festivais por todo o país, como o Festival de Campos do Jordão, Oficina de Música de Curitiba, CIVEBRA (Brasília), FEIMEP (Piracicaba), entre outros. Foi o idealizador e presidente da banca julgadora do II Concurso Nacional de Violas e organizador e diretor artístico do III Encontro Nacional de Violas, ambos realizados na cidade de Curitiba, Paraná. Atualmente, além de colaborar regularmente com a Mahler Chamber Orchestra pela Europa e Ásia e, paralelamente, a sua carreira como solista, camerista e professor, atua com frequência como violista solista convidado da Orquestra Sinfônica de Barcelona e Orquestra Sinfônica de Piracicaba. É professor do Encontro Campestre de Violas.

Gabriel Marin

Natural de Piracicaba, Gabriel Marin é violista da OSUSP – Orquestra Sinfônica da Universidade de São Paulo, do Quarteto Carlos Gomes, Professor de Viola e Coordenador de Música de Câmara no Instituto Baccarelli. Foi também violista da OSMSP - Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo e durante 5 anos foi primeiro viola solista da OSB- Orquestra Sinfônica Brasileira. Premiado em diversos concursos, destaca-se o Prêmio Eleazar de Carvalho do Festival de Inverno de Campos do Jordão. Foi músico da Orquestra Jovem das Américas, onde tocou ao lado de Gustavo Dudamel, Leonard Slatkin e Yo Yo Ma em turnês por 13 países das Américas. Foi também violista da Odense Symphony Orchestra (Dinamarca), atuando em concertos naquele país e na Alemanha. Estudou com os professores Renato Bandel, Rafael Altino (Carl Nielsen Academy of Music, Dinamarca), Nobuko Imai e Roberto Diaz (Verbier Festival & Academy, Suiça). Com o Quarteto Raga, se apresentou em diversos concertos no Brasil, Alemanha e Tunísia. Vem sendo convidado como artista e professor em alguns festivais, destacando-se o Festival de Campos do Jordão, Vale do Café, Festival de Música de Teresina e VIRTUOSI de Recife. Atuou como solista frente a diversas orquestras brasileiras, e participou como solista do CD “Novos Universos Sonoros”, a frente da Orquestra Sinfônica da UNICAMP – Universidade Estadual de Campinas, lançado em 2010. É idealizador e professor do Encontro Campestre de Violas.

Pedro Visockas

Iniciou seus estudos na Escola de Música de Piracicaba aos 4 anos e aos 8 ingressou no violino. Foi premiado no XV Concurso Jovens Solistas do Brasil. Posteriormente graduou-se bacharel em violino pela Unesp e em viola pelo Conservatório de Amsterdam (Holanda). Neste período teve aulas com Ayrton Pinto, Elisa Fukuda, Jürgen Kussmaul e Mikhail Zemtsov. Também teve masterclasses com Sven Arne Tepl, Michael Gieler e Nobuko Imai. De 2009 a 2013 foi integrante da Sinfonia Rotterdam, realizando concertos por toda a Holanda, pela Europa, América do Sul e Rússia e participando também de gravações de CD’s e DVD’s. Participou de festivais de música no Brasil, Holanda, França e Alemanha. Em 2015, Ernst Mahle compôs e dedicou a ele seu Concerto para Viola e, em 2016, a obra foi estreada por Visockas em apresentação com a Orquestra Sinfônica de Piracicaba, sob regência do próprio compositor. É coordenador pedagógico e professor de viola do Instituto Baccarelli, professor de viola da Faculdade Mozarteum de São Paulo e membro da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo. É idealizador e professor do Encontro Campestre de Violas.

Renato Bandel

Nascido em Piracicaba-SP, iniciou seus estudos de música aos seis anos de idade, com sua mãe. Renato é mestre em Música pela Universidade de Artes de Berlim. Aos 20 anos recebeu uma bolsa para estudar na Academia da Orquestra Filarmônica de Berlim. Realizou concertos com a orquestra sob regência de Claudio Abbado, Daniel Barenboim, Seiji Ozawa, Günter Wand, Zubin Mehta, Bernard Haitink, Simon Rattle, Nikolaus Harnoncourt entre outros, em várias cidades europeias. Com esta orquestra, realizou diversas gravações de CD e DVD. Durante sua estada de sete anos em Berlim, integrou a “Ensemble Oriol Berlin”, realizando concertos na Alemanha, México, Portugal, com renomados solistas internacionais. Atuou também como músico convidado na Orquestra Gulbenkian (Lisboa / Portugal). Coordenou as edições de 2009, 2010 e 2011 do Festival Internacional de Inverno de Campos do Jordão. Sua experiência como docente inclui a USP Ribeirão Preto, Faculdade Cantareira, Conservatório de Tatuí e Instituto Baccarelli. Atuou como chefe de naipe de importantes orquestras do Brasil, Osesp, Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo, OSB, entre outras. Renato exerce intensa atividade como camerista e solista. Participa como professor nos mais importantes festivais de música do Brasil, como Campos do Jordão, Curitiba, Poços de Caldas, entre outros. É professor do Encontro Campestre de Violas.

Marcus Held

Natural de São Paulo, é Doutorando e Mestre em Música (Musicologia) pela Universidade de São Paulo (2017). Realizou, pela primeira vez no Brasil e à língua portuguesa, a tradução (acrescida de comentários) da integral da obra tratadística do violinista, compositor e autor Francesco Geminiani (1687-1762). Bacharelou-se em Música (Habilitação em Instrumento: Violino) no FIAM-FAAM Centro Universitário em 2014 e especializou-se em Música Antiga (Violino Barroco) na Escola de Música do Estado de São Paulo (EMESP-Tom Jobim), na Escola Municipal de Música de São Paulo (Fundação Theatro Municipal de São Paulo) e na Escola Superior de Música de Catalunya (ESMUC-Barcelona). Entre seus mentores, destacam-se Mônica Lucas, Emilio Moreno, Rodolfo Richter, Luis Otavio Santos, Juliano Buosi e Nicolau de Figueiredo. Com experiência internacional na prática e no estudo da Música Antiga, participou de diversos festivais e cursos de curta duração no Brasil e na Europa, como o Festival de Música Colonial Brasileira e Música Antiga de Juiz de Fora (2012-2014), o Encontro Internacional de Música Antiga EMESP (2013-2017), a Oficina de Música Antiga de Curitiba (2014-2018), The Parley of Instruments International Summer School (Universidade de Cambridge, 2013) e La Petite Bande Summer Academy (Itália, 2016). Com diversos artigos publicados em revistas especializadas, tem interesse voltado à pesquisa e à interpretação com instrumentos de época do repertório dos séculos XVII e XVIII. Academicamente, apresentou trabalhos em congressos e conferências no Brasil (USP, UNESP, UNICAMP, UFRGS) e exterior (Portugal, Itália, Inglaterra e Escócia). Investiga a formação do Gosto inglês no século XVIII sob influência de Francesco Geminiani.

André Amaral

André Amaral é um profissional na arte da Luteria, formou-se no Conservatório de Tatuí em 2007. Foi Luthier chefe na Associação dos Amigos do Projeto Guri de 2008 a 2011. Se tornou um Luthier renomado ao se especializar no “Istituto di Istruzione Superiore Antonio Stradivari”, em Cremona- Itália. Lá trabalhou com os mais renomados maestros e assim, aprendeu as melhores técnicas de construção, restauro e manutenção de Violino, Viola de Arco e Violoncelo ( Cello ). Hoje constrói e restaura instrumentos para alguns dos mais renomados Violinistas, Violistas e Violoncelista do Brasil

Roberta Marcinkowski

Paulista, 47 anos, iniciou seus estudos musicais aos 6 anos de idade e formou-se em piano aos 15, em 1988, pelo Conservatório Musical Villa-Lobos, em Osasco - SP. No mesmo ano, iniciou os estudos de viola sob orientação do maestro João Maurício Galindo no SESC. Em 2003, formou-se como 'Bacharel em Viola' pelo Departamento de Música da ECA-USP. Participou das Oficinas de Curitiba em 1992 e 1995 e do Festival de Inverno de Campos do Jordão em 1990. Foi aluna dos professores Horácio Schaefer, Paulo Bosísio, Laura Wilcox, Laércio Diniz e Renato Bandel e professora de 'Iniciação Coletiva em Instrumentos de Arco', no Conservatório de Cubatão, SP e no Projeto 'Guri' (Núcleo: FEBEM - Tatuapé, São Paulo). Foi membro da 'Amazonas Filarmônica', de setembro de 1997 a setembro de 1998 e da Orquestra Jazz Sinfônica de SP de 1993 a 2010. Como camerista/solista, tem atuado junto ao 'Quarteto Wolfgang'. É membro da Orquestra Sinfônica Municipal de SP desde 1999 e professora do Instituto Baccarelli desde 2017. É também coordenadora, organizadora e produtora do Encontro Campestre de Violas.

Estevan Reis

Após uma jornada multidisciplinar no campo da viola, Estevan Reis é desde novembro de 2018 o segundo solista do naipe de violas da Orquestra da Ópera Nacional de Montpellier. Nascido no Brasil em 1983, de origem franco-brasileira, Estevan iniciou seus estudos musicais no Rio de Janeiro e depois continuou na França, Dinamarca e Espanha. Participou de masterclasses com professores como Julian Rachlin, Cristophe Desjardins, Donald McInnes, Wilfried Strehle, Marie Cristine Witterkoer, Rafael Altino, Jean Sulen, membros do Quarteto de Belas Artes. Durante seus estudos na Espanha, ganhou uma menção honrosa do júri do concurso de música de câmara das Jeunesses Musicales da Espanha em Vinaros em 2009 Sua carreira profissional começou na Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro no período de 2011 a 2016. Ao mesmo tempo, de 2014 a 2016, foi violista do Quarteto Radamés Gnattali, grupo indicado ao Latin Grammy 2012, entre outros, especializado em música contemporânea Brasileiro, com quem teve a oportunidade de tocar nas principais salas de concerto do Brasil. Por vezes o quarteto atuou como grupo solista com orquestra e também se apresentando nos mais variados festivais de música do Brasil, além de gravar CDs e um DVD dedicado à música contemporânea no Rio de Janeiro. Antes de seu trabalho atual em Montpellier, tocou na Orquestra de Ópera do Palau des Arts, Reina Sofia, em Valência, na Espanha, de 2016 a 2018, onde trabalhou com Fabio Biondi, Roberto Abbado, Nicola Luisotti, Fabio Biondi, Roberto Abbado e Nicola Luisotti. Placido Domingo, Angela Gheorghiu entre outros grandes artistas. No campo da música popular brasileira, tocou e gravou ao lado de grandes nomes como Carlinhos Brown, Caetano Veloso, Jacques Morelenbaum, Milton Nascimento e etc. De acordo com sua vocação educacional, foi professor do projeto social Ação Social pela Música, adaptado do famoso sistema venezuelano El Sistema, nas favelas do Rio de Janeiro. Posteriormente se tornou professor interino de Viola e Música de Câmara no programa de Mestrado do Conservatório Brasileiro de Música no Rio de Janeiro em 2014. Essas duas experiências o ajudaram a entender as demandas do ensino em todas as idades. O projeto de concertos educacionais interativos com o Quarteto Radamés Gnattali permitiu-lhe tocar em mais de quarenta escolas municipais enquanto atravessava o Brasil para crianças de todas as idades. Sempre com este quarteto, ele realizou master-classes de viola e música de câmara em muitos festivais de música, incluindo no Festival Internacional de Campos de Jordão, em colaboração com Anna Clyne, compositora residente na Chicago Symphony Orchestra em 2014, para alunos de composição. Entre suas atividades atuais, é membro do trio de cordas Tricorde em Montpellier, um grupo formado com o violinista Aude Perin-Durreau, professor de violino no Conservatório de Montpellier e violino solo da Orquestra Nacional da Ópera de Montpellier e com Benoit Lévesque, terceiro contrabaixo solo da mesma orquestra. Na Espanha, ele mantém o Projeto Valencia Baryton, do qual também é membro fundador desde 2018, composto por um baryton, uma viola e um violoncelo. Este grupo de música puramente clássica e barroca visa trazer à luz o instrumento chamado baryton, adorado por Joseph Haydn, que escreveu para este instrumento mais de 160 composições. Entre os projetos futuros, uma gravação com a Naxos Records está prevista para agosto próximo, e será a primeira no catálogo desta gravadora com este repertório dos trios barítonos de Haydn.

Adyr Francisco

Natural de Volta Redonda-RJ, iniciou seus estudos musicais no “Projeto Volta Redonda Cidade da Música” aos 9 anos de idade com violino, e, em seguida, escolheu a viola, aos 11. Foi membro da “Orquestra Sinfônica de Barra Mansa” e do “Quarteto Tuhu”, quarteto de cordas formado por colegas desta orquestra. Foi aluno de violino e viola dos professores Paulo Bosísio, Ricardo Amado. Posteriormente, foi aluno de Gabriel Marin. Ainda no Brasil, foi líder do naipe das violas na Orquestra Sinfônica do Estado do Espírito Santo; membro da Orquestra Sinfônica Heliópolis, além de ter atuado por diversas vezes como convidado junto à Orquestra Sinfônica Brasileira. A convite pessoal do professor Tasso Adamopoulos, mudou-se para França em 2017 para prosseguir seus estudos sob sua tutela. Em sequência, se graduou na classe do professor Emmanuel François. Já residindo na Europa, tocou como convidado junto as: Orchestre National Bordeaux Aquitaine; Orchestre de l’Opéra de Limoges; Orchestre Symphonique du Pays Basque e Les Musiciens du Louvre, além de ter dividido o palco com regentes e solistas de renome, tais quais: Robert Spano; Pierre Bleuse; Marc Minkowski; Thomas Hengelbrock; Benjamin Schmid; Christoph Koncz; Volkhard Steude; François- Frédéric Guy; Béatrice Uria-Monzon; Mathias Schorn, dentre outros. Por dois anos seguidos, participou do “Internationales Orchesterinstitut Attergau”, da Orquestra Filarmônica de Viena. Entre outros estágios, festivais e formações, destacam-se: Deutsch-Skandinavische Jugend Philharmonie, em Berlim, Alemanha; Musika Orchestra Academy, em Toulouse, França; Festival Música nas Montanhas e Festival Internacional de Música de Santa Catarina. Foi vencedor do 1o “Concurso Jovens Solistas” da Orquestra Sinfônica da FAMES (OSFA), finalista da 15a edição do “Concurso Nacional de Cordas Paulo Bosísio”, e mais recentemente, laureado nas audições do Fundo Instrumental do “Festival Musique et Vin au Clos Vougeot”. Participou ativamente de masterclasses dos professores: Renato Bandel, Marcelo Jaffé, Craig Mumm, Richard Young, Nicolas Bône, Heinrich Koll, Tobias Lea, Michael Strasser e Thomas Hajek. Adyr toca numa viola construída por Günter Siefert, cedida gentilmente pelo “Festival Musique et Vin au Clos Vougeot”.

Guilherme Santana

Natural de Jundiaí-SP, iniciou seus estudos em viola no Projeto Guri. Graduou-se pela Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" (UNESP), sob a orientação de Ricardo Kubala. Foi um dos vencedores do Prêmio Ernani de Almeida Machado, da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo, onde foi chefe de naipe de 2016 a 2019. Participou de masterclasses com professores como Bruno Giuranna, Gérard Caussé, Marie Chilemme, Paul Cortese, Walter Kussner, entre outros. Em 2019, fez parte do Programa de Bolsa de Estudo Magda Tagliaferro, onde foi orientado por Gabriel Marin. Atualmente é aluno de Pierre Lenert na École Normale de Musique de Paris.

Christian Santos

Christian Santos, 21 anos, iniciou seus estudos de Viola em Duartina, aos 12 anos de idade. Desde então, estudou na Escola de Música do Estado de São Paulo e hoje estuda no Centro Internacional de Música da Park University, nos EUA. Desde 2017, depois de iniciar sua jornada na cidade de São Paulo, teve como professores Peter Chun, Silvio Catto e Mariana Costa Gomes. Foi componente de diversas orquestras do interior do Estado de São Paulo e, na capital, violista na Orquestra Jovem do Estado. Participou de diversos festivais brasileiros e outras atividades internacionais tendo como orientadores grandes e renomados violistas. Em 2019, Christian teve a oportunidade de participar de concertos com a New World Symphony sob batuta do Maestro Michael Tilson Thomas, em Miami-FL, pelo concurso Side-by-Side Brazil. Com música de câmara, pôde trabalhar ao lado de músicos incríveis no Pianosofia, Modigliani Quartet, Navo Art, Park University, Festivais de Música, entre outros.

Camila Meireles

Professora de viola e música de câmara da UFRN, graduou-se em viola na UNESP com o professor Emerson De Biaggi. Como bolsista VITAE, continuou seus estudos em Performance e Mestrado com Richard Young (EUA) na Northern Illinois University com bolsa integral. Durante esse período atuou como chefe de naipe da orquestra dauniversidade, participou em diversos grupos de música de câmara tendo como orientação os integrantes do Quarteto Vermeer, em especial Shmuel Ashkenasi. Participou como violista convidada em concertos das orquestras Rockford Symphony Orquestra (Illinois) e Dubuque Symphony Orquestra (Iowa). Tocou com renomados solistas e regentes internacionais como Lorin Maazel, Benjamin Zander, Rachel Barton, Wynton Marsalis, Yukiko Ogura, Wilfried Strehle, Nelson Freire, entre outros. Natural de Jundiaí - SP, iniciou seus estudos em viola na Escola Municipal de Música de São Paulo com Alejandro de Leon e obteve importante aperfeiçoamento durante seus dois anos de estudos com Elisa Fukuda. Participou de festivais de Campos do Jordão, Oficinas de Música de Curitiba, Festival de Juiz de Fora, Poços de Caldas, entre outros. Foi integrante da Orquestra Experimental de Repertório, Camerata Fukuda, Orquestra Sinfônica de Santo André, Projeto Academia da Orquestra Sinfônica da USP e participou de diversos trabalhos, com destaque para o Sonora Brasil, como chefe de naipe junto à Orquestra do Estado de Mato Grosso. Atualmente além de participar de concertos e ministrar masterclasses junto a projetos de cunho pedagógico e orquestras brasileiras, desenvolve trabalhos de formação musical e incentivo cultural no estado do Rio Grande do Norte como a I e II Oficinas de Cordas da UFRN, foi fundadora da Orquestra Infantojuvenil da UFRN e realizou a I Mostra de Violas da UFRN quando foi fundada a Associação Brasileira de Violistas

Ulisses Silva

Professor de viola da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Dr. Ulisses Silva, natural de São Paulo, iniciou seus estudos de viola com Alejandro de Leon na Escola Municipal de Música de São Paulo, graduou-se pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), sob orientação do professor Dr. Emerson De Biaggi, e deu sequência aos seus estudos nos EUA concluindo o mestrado com distinção pela The University of New Mexico e o doutorado pela The University of Georgia. Em ambas as instituições desenvolveu trabalhos de performance e ministrou aulas de viola. Durante seus anos na UNESP foi membro da Camerata da Unesp atuando como chefe de naipe e solista da orquestra. Em 2001 foi o vencedor do Concurso Jovens Instrumentistas de Piracicaba em São Paulo. A partir de 2004, durante seu estudos no exterior, tocou com renomados maestros e solistas, tais como YoYo Ma, Midori e Van Cliburn, venceu concursos e audições, recebeu bolsa de estudos da extinta Fundação VITAE e em 2006 recebeu bolsa integral para participar do Festival de Música de Aspen com o violista John Graham. Neste mesmo ano iniciou seu doutorado em viola na Geórgia, enquanto lá foi professor assistente da classe de viola por um ano. Foi membro fundador do Hugh Hodgson String Quartet, o quarteto oficial da universidade. Ulisses Silva vem desenvolvendo uma carreira extensiva no âmbito acadêmico e da performance. Participou, como professor e recitalista, de diversos festivais tanto nos EUA como na América do Sul. Se apresentou junto a diversas orquestras nos EUA coma a prestigiada Orquestra Sinfônica de Atlanta (The Atlanta Symphony) e atuou como chefe de naipe e solista com algumas delas. Após concluir seu doutorado deu aulas de viola e música de câmera na Reinhardt University, foi diretor do projeto National String Project Consortium e foi membro-fundador do quarteto de cordas de professores da universidade. Sócio-fundador da ABRAV (Associação Brasileira de Violistas) organizou o 1º Encontro Nacional de Violistas em João Pessoa-PB em 2015 e foi professor convidado e recitalista nas edições seguintes do Encontro. Atualmente, além das atividades como professor do Departamento de Música da UFPB, e de integrar o Quinteto da Paraíba, é presidente em exercício da ABRAV.

Natanael Ferreira

Natanael Ferreira
 Começou seus estudos musicais tocando piano aos 9 anos. Aos 12 mudou para a viola com a ajuda de seu tio, maestro. Pouco depois juntou-se à Orquestra Sinfônica Jovem de Goiás, com a qual fez diversas turnês em vários estados do Brasil e Europa. Participou de várias edições do Festival Internacional de Campos do Jordão, onde ganhou uma bolsa para estudar na Academia da Orquestra Sinfônica de São Paulo (OSESP). Na edição de 2013 do mesmo festival Natanael foi premiado com o grande prêmio Eleazar de Carvalho, permitindo começar seus estudos na Haute Ecole de Musique de Geneve (Suíça), em 2014, na classe do Professor Miguel da Silva e Gábor Takács-Nagy em música de câmara. Em 2015, ele ganhou vários prêmios no Académie Ravel, também premiado no concurso Rahn Musikpreis 2018. Natanael Ferreira foi membro da Orquestra do Festival Verbier em 2016 onde atualmente é membro do Verbier Chamber Orchestra e frequentemente se apresenta com a Orchestre de la Suisse Romande. Participou de masterclasses onde recebeu conselhos preciosos de Tabea Zimmermann, Atar Arad e dá regularmente concertos na Suíça, França e Bélgica com artistas de renome como Régis Pasquier, Miguel da Silva, Mischa Maisky, Gary Hoffman , Lorenzo Gatto, Marc Coppey, Ilya Gringolts e Heinz Holliger. Na temporada 19/20 Natanael é solista convidado pelas orquestras europeias tais como l’Orchestre Symphonique du Pays Basque, L’Orchestre symphonique de L’Antwerp, l’Ochestre de la Haute Ecole de Musique de Genève , La belle saison e Les folles Journées de Nantes (principal série de concertos da França) Atualmente Natanael Ferreira é Artista residente na Queen Elisabeth Music Chapel (Bélgica) apresentando-se regularmente para os Reis da Bélgica, é mestrado Solista na Haute Ecole de Musique de Geneve e membro do Aurora Piano Quartet , destacando-se como um dos grandes jovens talentos da viola, segundo críticos musicais europeus. Natanael toca em uma viola Alemã Jürgen Manthey patrocinada pela Fondation Musicale Villecroze (Paris).