Flávio Gabriel - Coordenador de Classe

Professor de trompete da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN. Atuou como principal trompetista da Orquestra Sinfônica de Porto Alegre - OSPA, entre 2004 e 2009 e integrou o naipe de trompetes da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo – OSESP, entre 2009 e 2015. Como solista tem se dedicado a estréia de obras de compositores nacionais compostas especialmente para ele, além de estréias nacionais de compositores estrangeiros. Como professor é convidado frequente nos principais festivais de música no país, como Campos do Jordão, Jaraguá do Sul, Pelotas além diversos festivais de trompete no país e na América do Sul.

Fábio Brum - Fundamentos do Trompete

Fábio Brum nasceu no Rio de Janeiro, Brasil. Artista de trompete internacional, viveu e estudou em cinco países diferentes e atuou em mais de trinta países ao redor do mundo como solista, intérprete de orquestra e professor. Fábio é um colaborador ativo e artista exclusivo da distinta empresa de instrumentos musicais STOMVI, com sede em Valência, Espanha. Alguns dos conjuntos de prestígio com os quais Fábio atuou incluem a Orquestra da Rádio Televisão Espanhola (Espanha), Ensemble Intercontemporain (França), Orchester des Staatstheater Darmstad (Alemanha), Orquestra Nacional de Espanha (Espanha), Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo (Brasil), Banda da Guarda Nacional Republicana (Portugal), The Brass Company Quintet (Estados Unidos) e muitos outros. Fabio colaborou com maestros conhecidos, como Lorin Maazel, Semion Bychkov, Matthias Pintscher, entre outros. Fábio atuou como trompete principal da Orquestra Sinfônica Brasileira (Brasil) e da Real Orquesta Sinfónica de Sevilha (Espanha) por mais de 10 temporadas. Ele é graduado pela Universidade de Louisville (EUA) e pela Hochschule für Musik, Karlsruhe (Alemanha).

Pacho Flores - A Carreira de Solista

Pacho Flores ganhou o primeiro prêmio no concurso internacional “Maurice André”, o concurso de trompetes mais destacado do mundo, bem como o primeiro prêmio no concurso internacional “Philip Jones” e o primeiro prêmio no concurso internacional “Cittá di Porcia”. Treinado no maravilhoso Sistema de Orquestras Juvenis e Infantis da Venezuela, tem recebido alto reconhecimento por suas performances solo, recitais e gravações. Igualmente desenvolvido nos estilos clássico e popular, Flores traz para suas performances cativantes uma grande energia tingida com as mais belas cores instrumentais. Como solista, ele se apresentou com a Filarmônica de Kiev, São Petersburgo, Camerata, Conjunto Orquestral de Paris, Orchester de la Garde Républicaine, Orquestra NHK do Japão, Sinfonia de Tóquio, Sinfonia de Tóquio, Sinfonia de Simon Bolivar da Venezuela, Sinfonia de Dusseldorf e Filarmônica do Ártico, entre outras orquestras. E Seu repertório inclui comissões e estreias de obras de compositores como Roger Boutry, Efraín Oscher, Giancarlo Castro, Santiago Báez, Juan Carlos Nuñez e Sergio Bernal. Recentemente, ele fez uma importante turnê na Noruega e Áustria com a Arctic Philharmonic, sob a direção do Maestro e do compositor Christian Lindberg, apresentando seu concerto para a trompete e a orquestra "Akbank Bunka", fazendo sua estréia no Festpielhaus em Salzburgo e no Musikverein em Viena. . Seu primeiro álbum, "La trompeta Venezolana", foi lançado pela Guataca Producciones Label. Artista da Casa Stomvi, toca instrumentos feitos exclusivamente para ele por esta prestigiada empresa e participa ativamente dos desenvolvimentos e inovações de seus instrumentos. Pacho Flores é o artista exclusivo da Deutsche Grammophon, com quem já produziu os discos Cantar, com o Konzerthaus Orchester Berlin e Christian Vásquez; Entropy, premiada com a Medalha de Ouro no Global Music Awards 2017; e Fractales com a Filarmônica do Ártico, sob a direção de Christian Lindberg.

Gabriele Cassone - A História do Trompete

Gabriele Cassone estudou trompete com Mario Catena e composição com Luciano Chailly. Cassone é mundialmente conhecido como artista especializado na utilização de instrumentos de época como o trompete natural barroco, trompete com chave clássica, trompete de válvula rotativa e corneta de pistão, mas também goza de igual fama igual como músico contemporâneo. Luciano Berio selecionou Gabriele Cassone para estrear seus trabalhos para trompete solo: Sequenza X para trompete solo e Kol-Od, realizado com o L'Ensemble Intercontemporain sob a direção de Pierre Boulez. Ele também dividiu o palco com o célebre trombonista Christian Lindberg em performances da ópera Cronaca del Luogo, de Berio, encomendada pelo Festival de Salzburgo. Gabriele Cassone é professor no Conservatório de Novara, na Itália, e ministra masterclasses internacionais regulares como professor convidado em toda a Europa e nos Estados Unidos, e é membro regular do júri em prestigiosas competições internacionais em todo o mundo.

Ole Edvard Antonsen - O trompete apenas como um instrumento para fazer música

Ole Edvard Antonsen é considerado um dos maiores solistas de trompete da atualidade e uma das maiores estrelas internacionais da Noruega. Antonsen já se apresentou como solista em mais de 40 países ao redor do mundo como Carnegie Hall NY, Musikverein em Viena, Suntory Hall Tokyo, Ópera de Sydney, Barbican Hall London, Philharmonie e Konserthaus Berlin, além de grandes estádios como Olympiahalle Munique, Estádio Olímpico de Seul, etc. Sua versatilidade notável como músico significa que ele se sente em casa trabalhando com orquestras sinfônicas ou colaborando com grupos de música pop, rock ou jazz. Dentre as orquestras com as quais se apresentou destancam-se a Orquestra Filarmônica de Berlim, Orquestra Sinfônica de Londres, BBC Orquestra Filarmônica, Orquestra Sinfônica de Atlanta, Filarmônica de Tóquio Orquestra, Orquestra Sinfônica de São Paulo OSESP, Câmara Australiana Orquestra, Deutsche Kammerphilharmonie Bremen, Orquestra de St.Martin in the fields, colaborando com maestros como Mariss Jansons, Wolfgang Sawallish, Philippe Herreweghe, Kent Nagano, Dimitry Kitayenko, para citar alguns. Músicos pop e rock como John Miles, Mark King, Lisa 42, nível 42 Stansfield, Ute Lemper, Secret Garden também estão entre seus colaboradores bem como conjuntos de jazz como The Metropole Orchestra (Holanda), Willem Breuker Kollektief e seus próprios conjuntos de jazz. Como maestro, Antonsen dirigiu muitas orquestras diferentes e conjuntos como a Orquestra Sinfônica de Stavanger, a Filarmônica de Bergen Orquestra Sinfônica de Gotemburgo e Orquestra Sinfônica de São Paulo Ole Edvard Antonsen já gravou mais de 60 CDs em todos os gêneros para etiquetas como EMI, Universal, BMG, BIS. Em 1994, ele gravou o Fanfarra olímpica para os Jogos Olímpicos de Inverno em Lillehammer. Antonsen estreou mais de 60 grandes obras escritas especialmente para ele. Nos últimos 6‐7 anos, ele também compôs peças que gravou em CD e tocou em turnês em mais de 350 shows ao redor do mundo sob o título "Musical Landscapes".

Friedemann Immer - O Trompete Barroco e de Chaves

O especialista em trompetes barrocos Friedemann Immer se especializou, além do trompete moderno, se apresentou com várias orquestras em todo o mundo, entre elas a Orquestra Barroca de Freiburg, o Concentus Musicus Vienna, a Academia de Música Antiga de Berlim, a Estação Frankfurt, a Academia de Música Antiga, o Barroco de Boston, o Aston Magna Boston. Trabalhou com maestros como Nikolaus Harnoncourt, Frans Brüggen, Thomas Hengelbrock, Ton Koopman, Philippe Herreweghe, Markus Creed, Martin Pearlman, Ivor Bolton e Helmuth Rilling. Essa colaboração resultou em mais de 80 gravações sonoras e inúmeras produções de rádio e televisão.

Eric Aubier - Pedagogia do Trompete

Após quinze anos como solista de orquestra na Ópera Nacional de Paris, Eric Aubier divide seu tempo entre atividades de concerto e ensino. Muito envolvido no desenvolvimento do repertório de seu instrumento, ele trabalha há mais de 25 anos com os compositores de sua época: Betsy Jolas, Thierry Escaich, Martin Matalon, Karol Beffa, Nicolas Bacri ... e grava novas obras dos grandes compositores estonianos Arvö Part e Jan Rääts. Muito envolvido na música francesa, ele tocou duas integrais de trompete de Henri Tomasi, André Jolivet e Ivan Jevtic. Aberto a diferentes estéticas, tocou e gravou Toot Suite, de Claude Bolling, com os músicos de jazz mais ativos: André Ceccarelli, Riccardo Del Fra e Hervé Sellin. Ele também dedica parte de suas atividades ao gerenciamento de grandes conjuntos de sopro ou instrumentos de sopro. Eric Aubier gravou uma centena de obras do barroco até os dias atuais, com várias formações. Entre as peças essenciais do repertório: Concertos de Brandenburgo por JS Bach, Haydn, Hummel, Telemann, Mozart, Boehme, Brandt, Escaich, Françaix, Beffa, Escaich, Tomasi, Jolivet, Enesco, Copland, Planel, Arutiunian, Jevtic, Shostakovitch. Em 2014 se inicia a primeira competição internacional de trompete que leva seu nome, na Colômbia.

Tiago Linck - O repertório romântico e da primeira metade do século XX.

Trompete solista da Ospa e professor do Conservatório Pablo Komlós, iniciou-se na música orientado por seu irmão, Fábio Linck, e posteriormente pelo Maestro Sérgio Maslinkiewicz, na Banda Musical do Colégio Cenecista Nossa Senhora dos Anjos em Gravataí. Cedo foi admitido na Escola de Música da Ospa. Estudou trompete, com o professor Evandro Matté, e especializou-se com Patrick Carceller e Pierre Dutot na França. Já se apresentou nas principais salas de concerto do Brasil e em países como Alemanha, Argentina, Bélgica, Colômbia, França, Uruguai e Venezuela. Com apenas 17 anos, foi aprovado para integrar a Youth Orchestra of the Americas, realizando com este grupo, em 2005, concertos nas principais salas de concerto da América do Sul. Como docente, atuou no Festival Internacional de Música do Pará, no Festival Internacional de Metais Urubrass em Montevidéu, no Seminário de Performance e Pesquisa em Instrumentos de Metais em Goiânia e no Festival Internacional SESC de Música em Pelotas. Integra também o quadro internacional de artistas que lecionam na plataforma Play With a Pro. Desde 2016, é artista do grupo Buffet Crampon, e toca exclusivamente com instrumentos B&S, Besson e Scherzer.

Marco Blaauw - Música Contemporânea

Marco Blaauw tem uma carreira como solista internacional e é membro do Ensemble Musikfabrik em Colônia, Alemanha. Marco Blaauw sempre esteve focado no desenvolvimento do trompete e na busca por um novo repertório. Blaauw tem trabalhado em estreita colaboração com os compositores de nosso tempo. Muitos trabalhos foram escritos especialmente para Blaauw, incluindo composições de Peter Eötvös, Georg Friedrich Haas, Wolfgang Rihm, Rebecca Saunders e John Zorn. Blaauw trabalhou intensamente com Karlheinz Stockhausen. Voando sobre a orquestra em uma gaiola com gimbal, ele desempenhou o papel principal na obra MICHAEL REISE de Stockhausen. O trabalho de Marco Blaauw é amplamente documentado por meio de rádio, televisão e gravações de CD. Seu sexto CD solo, Angels, foi premiado com o "Preis der Deutschen Schallplattenkritik 2014". Como compositor, Blaauw recebeu o Prêmio Karl Sczuka 2016 (subvenção de apoio) por sua primeira peça de rádio, “deathangel”. Blaauw tem sido intensamente ativo como professor em aulas de mestrado internacionais e, mais recentemente, em um programa de mestrado no Royal Conservatory, em Haia.

Mireia Farrés - Vida orquestral

Solista de trompete na Orquestra Nacional da Sinfonia de Barcelona e Catalunha (OBC) e professora da ESMUC, essa jovem musicista estudou no Conservatori de Música de Manresa, onde ganhou o Trumpet Honor Prize e o Chamber Music Honor Prize. Ela foi aceita no Conservatório da Nova Inglaterra de Boston, onde obteve uma bolsa de estudos. Aluna de destaque de Charles Schlueter, obteve o Brass Department Award e a Menção Honrosa como solista, bem como o Honor Brass Quintet. Ela teve sua primeira experiência orquestral como membro da Orquestra Nacional da Juventude da Catalunha (JONC) e ingressou na Orquesta Ciudad de Granada em 2001 como solista de trompete até 2004, quando obteve sua posição atual na OBC. Devido às suas performances brilhantes e comoventes, é frequentemente convidada a tocar solista em inúmeras orquestras, como a Orquestra de Câmara de Vic i Terrassa, Orquestra de Câmara Nacional de Andorra, Orquestra Sinfónica de Granada, Orquestra Filarmônica Real da Galiza, Orquestra Sinfônica de Praga, Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra de Câmara de Viena e Gioorquestra. A solista participou de vários festivais, como o Festival Pau Casals de Prada de Conflent, Festival de Torroella de Montgrí, Festival de Peralada e Festival Grafenegg, onde ela tocou a estréia da composição de Matthias Pintscher para 2 trompetes e Tine Thing Helseth. Seus compromissos mais recentes incluem uma turnê pela Espanha com a Orquestra Filarmônica Húngara, conduzida por János Kovács. Além disso, tocou com Christian Zacharias, Jaime Martín, Yuja Wang e Martha Argerich, entre outros. Sempre tentando explorar novas possibilidades com seu instrumento, a levou a apresentações com vários conjuntos de música de câmara, como seu dueto com a pianista Mercè Hervada, tocando músicas originais para trompete e piano em festivais em diferentes países. Comprovando sua versatilidade, ela frequentemente explora novos campos, como música improvisada, aparecendo com grandes músicos de jazz como Llibert Fortuny (saxofone) e Manel Camp (piano) nos projetos Jazz Nadal e Jazz Bach. Foi professora no Conservatório Superior de Música de Maiorca e no Conservatório de Granollers. Leciona regularmente em jovens orquestras como JONC e JONDE (Joven Orquesta Nacional de España). Ela também deu aulas de mestrado em conservatórios superiores espanhóis e europeus. Como comunicadora boa e sensível, ela é frequentemente convidada a dar entrevistas e a aparecer em programas de mídia. A JCI (Junior Chamber International) concedeu a ela o prêmio Young. Ela também é dona do prêmio TOYP (O Melhor Jovem) por sua bem-sucedida atividade cultural.

Daniel D'Alcantara - Improvisação e Processos Criativos

Oriundo de uma tradicional família musical brasileira, Daniel D’Alcantara iniciou seus estudos aos 9 anos de idade com seu pai, o trompetista Magno D’Alcantara, e formou-se Bacharel em Trompete pela Universidade de São Paulo (ECA-USP). Como professor, lecionou em importantes eventos musicais, incluindo o Festival de Inverno de Campos do Jordão (2000), Curso de Verão de Brasília, Festival de Inverno deTatuí/SP, Oficina de Música de Curitiba, Festival Choro e Jazz de Jericoacoara-CE. Acompanhou grandes artistas nacionais como João Donato, Roberto Menescal, Ivan Lins, Leny Andrade, Joyce Moreno, Claudete Soares, Filó Machado, Rosa Passos, Milton Nascimento, Max de Castro, Pedro Mariano, Eugenia Melo e Castro. Em 2001 gravou seu primeiro CD, “Horizonte”, em parceria com o baterista Edu Ribeiro (integrante do Trio Corrente). Participou do “Chivas Jazz Festival 2003”, integrando o noneto do lendário saxofonista norte-americano Lee Konitz. Como solista convidado da Orquestra Jazz Sinfônica, participou de duas estréias mundiais, sendo uma em 2004, com a obra “Thaddeus” (Tributo à Thad Jones), de Alexandre Mihanovich, e em 2005, no Festival de Inverno de Campos do Jordão, com a obra “Brasilianas No.4”, do Maestro Cyro Pereira. Em abril de 2005, a convite da fábrica brasileira de instrumentos musicais Weril, ministrou Workshops de Música Instrumental Brasileira em diversos Conservatórios e Universidades na Europa, passando por países como: Itália, França, Alemanha, Inglaterra, Rússia, Bélgica, Estônia e Espanha. Participou da big band formada por músicos brasileiros para executar as obras da Maestrina e Compositora Maria Schneider, sob regência da mesma, no Festival de Jazz de Ouro Preto-Minas Gerais e na Mostra Instrumental EMESP. De 2009 a 2014 foi trompetista solista da “Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo”. Atualmente leciona na Escola de Música Tom Jobim (EMESP), Faculdade Souza Lima/Berklee e também na tradicional Escola Municipal de Música de São Paulo. É integrante da “Soundscape Big Band Jazz”, grupo com o qual gravou quatro Cds (“Maybe September”, “Uncle Charles”, “Cores Vol.1” e “Paisagens sonoras”). Além de participar de inumeras gravações com os mais importantes expoentes da Música Instrumental Brasileira, lidera seu próprio quinteto com composições originais e tem seu CD “Canção para Tempos melhores”.

Silvério Pontes - O Trompete na Música Popular Brasileira

Nascido em Laje do Muriaé, interior do Estado do Rio de Janeiro, Silvério Pontes é o trompetista brasileiro que hoje se dedica exclusivamente a música Brasileira e ao Choro. Filho de trompetista, cresceu ouvindo bandas de músicas do interior e por elas foi influenciado diretamente desde a infância. Mais tarde, aos 17 anos, veio estudar na Escola de Música Villa Lobos e na Escola Nacional de Música. Virou músico profissional para, em seguida, ser convidado por Luiz Melodia para sua primeira turnê, no ano de 1986. Daí em diante não parou mais. Depois desta primeira turnê, gravou e tocou por todo o país com a Banda Vitória Régia, de Tim Maia, por 12 anos. Tocou também com diversos outros artistas como: Elza Soares, Ed Motta e Cidade Negra. Mesmo com todas essas atividades, Silvério e o amigo Zé da Velha mantêm uma parceria musical desde 1985 que já rendeu à dupla cincos discos.