Paola Baron - Coordenadora de Classe

Italiana, Paola Baron obteve o Mestrado na Universidade Mozarteum de Salzburg com Sarah O’Brien e se aperfeiçoou no Conservatório Superior de Lyon, com Fabrice Pierre. Em 2018, concluiu o Doutorado em Musicologia na UNESP – Universidade do Estado de São Paulo. Foi harpista principal do Teatro Ópera e Ballet de Liubliana (Eslovênia), da Orquestra Fondazione Arturo Toscanini (sob a regência de Lorin Maazel), da Orchester der Tiroler Festspiele (dirigida por Gustav Kuhn) e do Balé Real de Birmingham, entre outros grupos. Atuou como solista e camerista na Itália, França, Alemanha, Áustria, EUA, e Brasil. Em 2002, obteve o segundo prêmio no Victor Salvi, o mais prestigioso concurso de harpa da Itália e, em 2007, venceu o Concurso Internacional da Associação Eslovena de Harpa. Professora da EMESP – Escola de Música do Estado de São Paulo, Paola foi harpista da Osesp de 2007 a 2014 e, atualmente, é Harpista Principal da Orquestra Sinfônica Municipal de São Paulo

Liuba Klevtsova

A russa Liuba Klevtsova começou a estudar harpa aos sete anos em Moscou, com a professora Elena Pavlova. Conquistou o 1º Prêmio no II Concurso Moscovita de Jovens Harpistas, Liuba, então com 15 anos, entrou para o Colégio de Música do Conservatório Tchaikovsky de Moscou, na classe de Margarita Maslennikova, iniciou o trabalho de docente na Escola Municipal de Música de Moscou e intensificou seu trabalho como solista nas principais salas de concerto da Rússia. Em 1995 ingressou na classe de Vera Dulova no Conservatório Tchaikovsky de Moscou. Em 1997, foi diplomada no Concurso Internacional de Música de Moscou e, no ano seguinte, tornou-se professora oficial do Colégio de Música Elektrostal. Após sua formação acadêmica no ano de 2000, no mesmo ano Liuba integrou a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo como harpista convidada e a partir de 2001 como Harpista Principal, posição que ocupa atualmente. No ano 2006 foi convidada para reemplantar o curso de harpa do Conservatorio Dramatico e Musical "Dr, Carlos de Campos", de Tatui. Leciona em importantes festivais de música do país, como Festival de Inverno de Campos do Jordão, Curso Internacional de Verão de Brasília, Festival de Música SESC - RS. Atua como solista nas principais orquestras do Brasil e é professora da Academia da OSESP.

Marcella Carboni

Harpista, compositora, improvisadora e professora. O jazz contemporâneo de Marcella Carboni é feito de puro som e eletrônica, escritura e improvisação. Além dos passos educacionais tradicionais, como a graduação em harpa clássica, o diploma acadêmico em jazz e o estudo da composição compoem a trajetória dessa artista. Nomes conhecidos no cenário europeu do jazz, como Bruno Tommaso, Rosario Giuliani e Enrico Intra, trabalharam com ela, geralmente compondo especialmente para seu instrumento ou confiando-lhe algumas de suas próprias páginas, como aconteceu com o gigante do jazz, Enrico Pieranunzi. Se, por um lado, ela foi influenciada pelo jazz convencional, por outro, a associação com Butch Morris, o Genoma Sonic de Anthony Braxton ou o laboratório coletivo de improvisação de Franco Ferguson contribuíram para formar parte de sua alma como improvisadora radical. Sua harpa eletroacústica costuma estar no centro de eventos na televisão, rádio e na web.

Cristina Braga

Cristina Braga, harpista e cantora, tem sido grande responsável pela divulgação da harpa no Brasil, e de uma harpa brasileira no mundo. Afinal de contas ela diz: “A harpa tem a forma do mapa brasileiro, é como ter o Brasil nas mãos, tocar o Brasil”. Com seu trabalho persistente mostrou que seu instrumento além de solar com orquestras também tem alma brasileira, tocando samba, choro, bossa, e participa de inúmeros projetos de música clássica e popular com a mesma desenvoltura.
Foi aluna de Acácia Brazil no Rio de Janeiro, formada pela UFRJ, onde alcançou o prêmio de distinção “Medalha de Ouro” e de Susann MacDonald nos EUA. Tem 17 discos gravados. Ocupou o cargo de 1a. Harpista da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro aonde tocou sob a batuta de nomes como Mistislav Rostropovich, Karl Martin, José Maria Florêncio, Sílvio Barbato, Sílvio Viegas, entre outros.
É professora de harpa da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Com a mesma naturalidade aprendeu a pedalar bossa-nova tocando com Peri Ribeiro, estrelou um show de samba tocando Noel Rosa e Cartola na harpa com direção de Haroldo Costa e locução de Sargentelli, tocou com as divas eternas Nara Leão, Ana Carolina e Zizi Possi; gravou em discos de Gal Costa, Marisa Monte, Chico Buarque, Zeca Baleiro entre outros; colocou harpa no rock nacional acompanhando os Titãs, e participou de apresentações ao lado de Lenine. Foi uma das diretoras do Congresso Mundial de Harpas, de 1993 a 2011, criou e dirigiu o Festival Vale do Café por quatro edições, até 2006. Em 2014 inaugurou o Jardim de Música Uaná Etê, nas montanhas do Rio de Janeiro ao lado de Ricardo Medeiros www.uanaete.com , e em 2015 criou a Festa Livre Ornamental do Rio – FLOR Atlântica www.floratlantica.com

Gabriella Dall'Olio

Gabriella continua uma carreira de alto nível com recitais de solo e música de câmara; suas gravações aclamadas pela crítica abrangem trabalhos solo, de câmara e orquestrais nos selos Claves, Koch, Naxos, Stradivarius, Dal Segno EM e Ambitus. Seu "Harp Recital" no Claves, ganhou um prêmio de Five Diapasons e foi descrito como "Uma hora e 15 minutos de Poesia". Gabriella gravou ao vivo para as rádios e televisões francesas, alemãs, italianas e suíças ao longo dos anos e ganhou inúmeros prêmios, prêmios e bolsas de estudo, incluindo a competição Victor Salvi de 1989, na Itália, e o prêmio Junge Kunstler de 1992, na Suíça. Seu amplo e variado repertório e experiência abrange a maioria dos solos, concertos, repertório de música de câmara, além de obras de orquestra (sinfônica, ópera e balé), trabalhos educacionais, bandas pop e big, crossover de sujeira e rap. Os compromissos solo recentes incluem considerandos solo do Reino Unido (Bath Festival), Hungria, Itália, Espanha, Croácia e Extremo Oriente (Cingapura, Hong Kong, Austrália) e apresentações na Itália e no Reino Unido de Danses Sacree et Profane, de Debussy, Ravel's Introduction e Allegro com o Hebrides Ensemble na Inglaterra e Escócia; Concerto de Ginastera com a Orquestra Whitehall. Flauta de Mozart e concerto de harpa com a flautista Anna Noakes e The London Virtuosi, sinfonia Concertante de Panoufnik para flauta, harpa e orquestra e estréia de Tim Jackson Be Not Afeared para harpa e orquestra com St Paul Sinfonia; apresentações solo e de música de câmara com o Gabrieli Consort e a St John's Orchestra em Kings Place. Com o Hebrides Ensemble, Gabriella estreou um importante trabalho de câmara de J.McMillan, que mais tarde foi gravado e ficou no topo das paradas clássicas da BBC, e deixou James escrever uma peça solo para ela; mais shows com esse grupo incluíram Ravel, Berio Folksongs, Takemitsu Trio, etc. Gabriella tem uma longa flauta e harpa com sua maravilhosa amiga e colega Anna Noakes, e recentemente formou um trio com o lendário violista Roger Chase. Gabriella inspirou e encomendou compositores para escrever para a harpa (Benati, Jackson, Marson, Knott, Nicolson, Thomas, Lewis); lançamentos recentes são a gravação dos trabalhos de Paul Lewis para harpa solo e música de câmara com harpa para EM, e a harpa iraniana Concerto Persian Echoes com a Orquestra de Câmara Inglesa e o Trio Lucid Dream para Naxos. Ela acabou de gravar o Arturo Marquez Harp Concerto com Shakespeare Sinfonia e o Song Cycle para tenor e harpa com Jamie McDougle, a ser lançado ainda este ano no Toccata Classics Next. Gabriella lança lances com algumas das mais destacadas orquestras do Reino Unido e da Europa: London Symphony Orchestra, BBC Symphony Orchestra, Philharmonia, Royal Philharmonic Orchestra, London Philharmonic Orchestra, English Chamber Orchestra, Orchestra of the Age of Enlightenment, Orchestra of the Royal Opera House, Covent Garden, além da Filarmônica de Berlim, Filarmônica de Viena, Ópera Estatal de Viena, Orquestra de Câmara da Europa, Orquestra Sinfônica da Rádio da Baviera. Os maestros com quem trabalha incluem Nikolaus Harnoncourt, Claudio Abbado, Mariss Janssen, Valery Gergiev, Simon Rattle, Lorin Maazel, Sir Colin Davis, Antonio Pappano, Bernard Haitink, Segei Osawa, Esa Pekka Salonen, Donald Runnicles, entre muitos outros. Gabriella tocou com Tina Turner em seu concerto de 60 anos, e com Sting, Phil Collins, Elton John no RAH de Londres (e Kazabian, Petshop Boys, Faith SFX, campeão mundial DJ Switch, etc!). Ela também tocou em shows do West End, tocou em sessões de filmes e jingles (o último é Nutcracker the Four Realms by Walt Disney) sozinha e com os filmes Philharmonia, LSO, BBC e séries de documentários. , Publicidades. Gabriella está comprometida com o ensino e é diretora de estudos de harpa no Conservatório de Música e Dança Trinity Laban em Londres, Reino Unido, onde ensina e orienta jovens harpistas e músicos vibrantes e entusiasmados de todo o mundo. Gabriella Dall'Olio nasceu e cresceu em sua cidade natal, Bolonha, Itália, a quem ela ama muito. Ela treinou na Itália, França e Alemanha com Anna Loro, Pierre Jamet. Jacqueline Borot, Fabrice Pierre e Giselle Herbert. Todos ainda são seus queridos amigos agora, ou vivem no legado que deixaram e na memória agradecida.

Oscar Rodriguez do Campo

Oscar Rodríguez Do Campo (Argentina / Portugal) é professor de harpa residente na cidade de Buenos Aires. Ele é graduado no Conservatório Alberto Ginastera, na província de Buenos Aires (bacharelado em educação musical + bacharel em ensino de harpa, com honras) e pós-graduado na Universidade Nacional de Artes da Argentina (bacharelado em música em performance de harpa), com summa hon laude Honras. Ele é professor de harpa em três instituições diferentes: a Escola de Música Celia Torrá, o Departamento de Música da Universidade Nacional de Artes e a escola de música Nueva Escuela Argentina de Harpa, que ele fundou há vários anos e agora está se expandindo para o Brasil. Ele também é o correspondente do World Harp Congress na Argentina, arranjador, pesquisador e pedagogo, e formou até agora três gerações de harpistas argentinos e internacionais, ajudando-os a superar problemas técnicos, questões metodológicas e interpretativas. Ele estudou na França com a lenda da harpa Marielle Nordmann e, mais tarde, ele se tornou seu discípulo, em suas próprias palavras. Ele desenvolveu seu próprio método, envolvendo diversas técnicas para tocar com saúde e melhorar a qualidade do som. Nascido na Argentina, no coração de uma família portuguesa, ele começou a estudar a harpa popular paraguaia na adolescência, antes de descobrir a harpa de pedal alguns anos depois. Começou a estudar harpa paraguaia aos 16 anos, com os maestros Quintín Irala (harpa) e Lara Bareiro (música). Ele estudou na Argentina com as professoras Elena Carfi e María Esther Moro

Mara Diniello

Nace en General Roca, Argentina, inicia sus estudios musicales en el INSA con la Prof. Clelia Mertens y egresa del ex Conservatorio Nacional “Carlos López Buchardo”, Damus, en la cátedra de Hilda Perín, como Lic. en Artes Musicales especialidad Arpa. Se establece por un año en La Jolla, California, Estados Unidos. Continúa su perfeccionamiento con su maestro Oscar Rodríguez Do Campo, asiste a clases magistrales con destacadas arpistas como Marielle Nordman, Carol Mc Laughlin, Susann McDonald, María Luisa Rayán y mediante una beca de Repsol YPF, con la arpista Magdalena Barrera, en Barcelona, España. Luego se radica en la ciudad de Cipolletti, Argentina, desde donde desarrolla una intensa actividad musical, como docente, en festivales, encuentros, en música de cámara y ciclos que la conducen a presentarse en diversas ciudades del país y el exterior. Se desempeña entre 1997-2004 como docente a cargo de la cátedra de Arpa Clásica en el I.U.P.A. (Instituto Universitario Patagónico de Artes), ubicado en la ciudad de General Roca, Río Negro. Participa en carácter de activa en los ENARP (Encuentro Nacional de Arpista) llevados a cabo en Capital Federal, San Juan, La Plata, Mar del Plata y Córdoba, en el ciclo Semana Musical de Llao Llao 2005, 2012 y 2013, en Bariloche, Río Negro, en la “38 Semana Musical” del Frutillar en el Chile, Ciclo Pertenencia del F. N. A., III RioHarp Festival en Río de Janeiro, Brasil, en el Encuentro Lationamericano de Arpa 2015 en Lima Perú, en la 1ra., 4ta y 5ta Semana del Arpa de Buenos Aires, organizadas por la Nueva Escuela Argentina de Arpa. Fue seleccionada mediante concurso por el jurado de la Asociación de Intérpretes Clásicos Argentinos para presentarse como solista junto a la orquesta 3 de Febrero de Capital Federal, en el ciclo de conciertos de jóvenes intérpretes del Auditorio San Rafael de la ciudad de Buenos Aires. Se presenta como solista junto a la orquesta Filarmónica De Río Negro bajo la dirección de Martin Freires, Sinfónica de Río Negro bajo la batuta de Fabrizio Danei y en numerosas oportunidades con la Orquesta Sinfónica del Neuquén bajo la dirección de los maestro Reinaldo Labrín, Luis Corrado, Nicholas Rauss, Andrés Tolcachir y Emir Saul. Junto a la Orquesta de los Neuquinos, estrena en Argentina, el Concierto para arpa y orquesta, “Bajo la Constelación del Hombre Pájaro” de Esteban Benzecry. Graba en carácter de solista el Concierto de Haendel en Si b y Wagenseil junto a la Orquesta de Cámara del Neuquén y su primer disco de cámara, “Patagonia Clásica”, junto al flautista Marcelo Alvarez. Posteriormente, estrena y graba, la obra “Danza para una mara patagónica” que le dedicara el maestro Naldo Labrin. Integra Estación Patagonia, quinteto de dobles cañas y arpa, cuya misión es la difusión del repertorio del compositor Argentino Astor Piazzolla. Es arpa solista en la Orquesta Sinfónica de Neuquén desde el año 2000.

Valérie Milot

Valérie Milot é uma musicista com a alma de um rebelde. Cheia de iniciativa e trabalhadora, ela coloca a harpa no centro do palco de maneiras inesperadas e dedica-se com igual paixão aos seus vários papéis como concertista, produtor, professor e mãe. Seja pela pura tradição da música clássica ou por suas produções inovadoras, como Orbis, uma performance que mistura música e arte digital, Valérie procura tornar a música acessível. Suas gravações são um exemplo tangível de sua gama: elas se estendem de concertos de Mozart e Haendel com Les Violons du Roy sob o bastão de Bernard Labadie a uma transcrição do Electric Counterpoint de Steve Reich para guitarra elétrica. Solo é sua nona obra e a primeira a ser lançada sob seu próprio selo, Anémone 13. Valerie, uma solista procurada, realiza inúmeros concertos com orquestras de prestígio no Canadá e no exterior, entre elas a Orchester métropolitain de Montréal (sob maestros Yannick Nézet - Séguin e Julian Kuerti), Les Violons du Roy (sob os maestros Bernard Labadie e Mathieu Lussier) e a Orchester symphonique de Montréal (sob o maestro Bernard Labadie). Musicista de seu tempo, Valérie também construiu uma sólida reputação na Internet. Ativa em várias mídias, ela se destaca por suas performances, como sua interpretação de The Moldau de Bedrich Smetana, que recebeu mais de um milhão de visualizações no YouTube. Sua adaptação para a harpa elétrica Delta, do lendário grupo de rock progressivo King Crimson's Discipline, também recebeu muitos elogios, inclusive de Robert Fripp, um dos membros fundadores do grupo. Valérie é igualmente dedicada a transmitir sua arte. Como professora de harpa e música de câmara no Conservatório de Música de Montreal, entre outros, Valérie gosta de seu relacionamento especial com seus alunos, que são o foco de sua atenção. Reconhecida por seus colegas e pelo público, Valérie recebeu vários prêmios. Em 2008, ela ganhou o Prix avec Grande Distinção ao se formar no Conservatório, onde estudou com Caroline Lizotte, e seguiu com o prestigioso Prix d´Europe. Na verdade, ela é a primeira harpista em quase 100 anos a ganhar essa bolsa, o que lhe permitiu estudar em Nova York com Rita Costanzi. Ela ganhou muitos outros prêmios: Revelação do Ano da Rádio-Canadá, um prêmio de performance no Concurso Internacional de Harpas da Cité des Arts de Paris, o Prêmio Jovem Solista da Radios Francophones Publiques, o Opus Award for Discovery of the Ano, o prêmio Louis-Philippe-Poisson de artes cênicas da cidade de Trois-Rivières, o Prêmio Trois-Rivières sans frontière por sua presença nacional e internacional, o prêmio Création arts de la scène (para Orbis) no Arts Excellence de Cultura Mauricie gala, bem como várias nomeações Adisq Gala e Opus Award. Natural de Trois-Rivières e criada em uma casa cheia de músicas de Mozart, Valérie caiu sob o feitiço da harpa aos dez anos de idade e nunca vacilou em sua dedicação a este belo instrumento. Atualmente, Valérie toca uma harpa “Apollonia”, uma das treze existentes no mundo, fabricada pelo luthier italiano Salvi. Este instrumento, conhecido por seu som excepcionalmente poderoso e rico, é graciosamente emprestado a ela da empresa Canimex de Drummondville (Quebec / Canadá) e pertence ao patrono das artes Roger Dubois.

Angélica Vianna

Angélica Vianna é mineira e formada em Bacharelado em Harpa pela Escola de Música da UFMG na classe da professora Myriam Rugani. Durante o período de 1995-1996 estudou, em caráter particular, com a professora Wanda Eichbauer (UFRJ).
É pós-graduada pela Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, com grau de “Master in Music - Harp Performance” com a professora Susann McDonald.
Foi finalista do Concurso Norte Americano de Harpa Ann Adams, realizado em Baton Rouge, Estado de Louisiana, EUA. Participou de Master Classes com os harpistas Isabelle Moretti (Conservatoire du Paris), Marielle Nordmann (França), Mário Falcão (Portugal/EUA), Norma Rodrigues (São Paulo) e Acácia Brazil de Mello (Rio de Janeiro). Como instrumentista de orquestra foi convidada a participar de várias orquestras profissionais do Brasil e dos Estados Unidos, tendo sido primeira harpista da “Indiana University Harp Ensemble”. Participou de vários eventos solo em diversos estados americanos organizados pela Produtora Empresarial Americana “Music Attractions”. Deu Palestras em Festivais de harpa em Williamsburg no Estado de Virgínia, USA. Lecionou como assistente da renomada Professora Susann McDonald no Curso Internacional de Férias em Bloomington, Indiana, e foi assistente da Professora Elzbieta Szmyt no curso Pre-College de harpa da Indiana University no período de 1997 a maio de 2000. Lecionou a disciplina acadêmica “Harp Technology” do curso de Graduação e Pós-graduação da mesma Universidade nos EUA. Angélica é a única brasileira especializada em manutenção e regulagem de harpas, treinada pela Fábrica de Harpas Lyon&Healy em Chicago, sendo atualmente a representante da mesma no Brasil. É também correspondente oficial brasileira da Organização Internacional “World Harp Congress”.