Classe de Clarinete

Joana Queiroz - Coordenadora da Classe

Clarinetista, saxofonista e compositora carioca, reside atualmente em São Paulo e se divide entre as cenas musicais de ambas as cidades. Já dividiu o palco e/ou os estúdios com nomes como Hermeto Pascoal, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, Joyce, Ceumar, Virgnia Rodrigues, Carlos Aguirre e Gilberto Gil, entre muitos outros. Dentre os trabalhos que participa destacam-se o grupo de Arrigo Barnabé “Claras e Crocodilos” (SP), o quarteto Quartabê, que tem dois discos baseados na obra de Moacir Santos e um terceiro inspirado no universo de Dorival Caymmi, o sexteto do compositor Rafael Martini (BH) e seu próprio trabalho autoral, com os quais tem se apresentado nos últimos anos em diversas cidades do Brasil e do exterior. Dentre suas principais experiências musicais estão os quase dez anos que integrou a Itiberê Orquestra Família, com a qual gravou três discos e se apresentou por diversas cidades do Brasil e da América Latina. Participou da gravação do disco “Mundo Verde Esperança” de Hermeto Pascoal e grupo, e de shows do lançamento do mesmo. Tem 3 Cds autorais gravados: “Uma Maneira de Dizer”, “Boa Noite pra Falar com o Mar” e “Diários de Vento”, e está em fase de lançamento de seu quarto álbum, “Tempo sem Tempo”.

PROFESSORES

Alexandre Ribeiro

Herdeiro de grandes nomes do clarinete como Severino Araújo, K-Ximbinho, Luiz Americano, Abel Ferreira, Nailor Azevedo e Paulo Moura, Alexandre Ribeiro é dono de exuberante técnica e primorosa interpretação, hipnotizando seus ouvintes logo nas primeiras notas. Nascido na cidade de São Simão, interior do estado de São Paulo, foi discípulo e teve grande influência de clarinetistas como Krista Helfenberger Munhoz, Luiz Afonso Montanha, Sergio Burgani, Nailor Proveta e Stanley Carvalho. Em sua trajetória, compartilhou o palco com grandes artistas como Guinga, Quinteto Sujeito a Guincho, Antônio Nóbrega, Carlos Malta, Arismar do Espírito Santo, Osvaldinho do Acordeon, Dominguinhos, Nelson Ayres, Paulo Moura, Yamandu Costa, Raul de Souza, André Mehmari, Toninho Ferragutti, Ken Peplowsky, Toquinho, Elton Medeiros, Eduardo Gudin, Tom Zé, Ed Motta, Jair Rodrigues, Luciana Mello, Wilson das Neves, Jair Oliveira, Riachão, Aldir Blanc, Mafalda Minozzi, Jane Duboc, Consuelo de Paula, Teresa Cristina, Dona Ivone Lara, Leci Brandão, Nelson Sargento, Fabiana Cozza, Willy Gonzalez, Gabriele Mirabassi e Tulipa Ruiz. Participou de gravações ao lado de Alessandro Penezzi, Zé Barbeiro, Quinteto em Branco e Preto, Dona Inah, Paulo Freire, Teresa Cristina, Laércio de Freitas, Nailor Azevedo (Proveta), Conrado Paulino, Toninho Ferragutti, Dominguinhos, Grupo Ó do Borogodó, Fabiana Cozza, Banda Jazz Sinfônica de Diadema, Jair Rodrigues, Wanderléa, Léa Freire, Nelson Ayres, Swami Junior, Conjunto Época de Ouro, Paulo César Pinheiro, Cristóvão Bastos, Verônica Ferriani, Vinicius Calderoni e muitos outros. Em 2009, estabeleceu uma forte e bem-sucedida parceria com o violonista Alessandro Penezzi, que resultou em dois discos de bastante destaque no cenário da música instrumental: “Cordas ao Vento” e “Ao Vivo na Bimhuis-Amsterdã”, além de diversos shows pelo Brasil e pelo mundo. Alexandre, em grupo ou em trabalho solo, contagiou plateias de importantes festivais no Brasil e no exterior, dentre eles: Choro Jazz Jericoacoara, Festival Chorando sem Parar (Brasil), em duo com João Donato, Festival América do Sul (Brasil), San Jose Jazz Festival (EUA), Yerba Buena Festival (EUA), California Brazil Camp (EUA), Skopje Jazz Festival (Macedônia), BMW Jazz Festival (Brasil), Festival Europalia (Bélgica e Holanda), Spoleto Festival (EUA), International Clarinet Festival “Il Mondo del Clarinetto” (Itália), Brasilian Film Festival (EUA), Camerino Music Festival (Itália), Encontro Internacional de Clarinetes de Bahia Blanca (Argentina), Festival de Clarinete da Patagonia (Argentina), UNAM Clarinet Festival (México), Projeto Novas Vozes do Brasil (promovido pelo Itamaraty em diferentes países como Colombia, Rússia, Espanha), Festival Música nas Montanhas (Brasil). Sua música também foi apreciada em ilustres salas de concerto como Auditório Ibirapuera, Sala São Paulo, Copenhagen Jazz House (Dinamarca), Young Museum (EUA), Pristina Jazz Club (Kosovo), sala Bimhuis (Holanda), sala Concertgebouw (Holanda), Palau de La Musica Catalana (Espanha), dentre outras. Em 2019 fez uma longa turnê pelos Estados Unidos, tocou em Port Townsend, Seattle, Boulder (Denver), São Francisco, Oakland, Berkeley, etc. Como professor, ministrou os cursos “Clarinete Popular”, “Linguagem de Choro para instrumentos de sopro” e “Prática de Conjunto de Choro” na 29a Oficina de Música de Curitiba (2011 e 2014), California Brazil Camp (EUA – 2011 e 2012), Festival de Música de Itajaí (2012), Oficina de Choro Casa do Núcleo (São Paulo – 2012), Festival de Música de Ourinhos (2014 e 2015), Festival Choro e Jazz Jericoacoara/CE (2010, 2011, 2013, 2014, 2015), Semana do Choro de Barretos (2014), Festival de Clarinetes da Patagônia (Argentina – 2014), Encontro Internacional de Clarinetes – Bahia Blanca (Argentina – 2015), Festival Chorando Sem Parar (São Carlos, 2016), Festival de Música de Port Townsend (EUA, 2019). Em 2019 Alexandre ministrou um curso de capacitação para professores do Projeto Guri. Nas Artes Cênicas, Alexandre já participou de espetáculos de grandes diretores e atores como Zeba Del Farra, Pedro Paulo Rangel, Mirian Muniz, Clarice Abujanra, dentre outros. É integrante do time de músicos do espetáculo Garrincha, do grande diretor americano Bob Wilson. É diretor musical, arranjador, compositor e instrumentista do espetáculo de dança Fino Fio, de Maria Eugênia Almeida, dirigido por Cristiano Meirelles. É integrante do projeto “Panorama do Choro Paulistano Contemporâneo”, Grupo Luceros & Toninho Ferragutti, Grupo Roda de Choro e Grupo Ó do Borogodó. Contemplado com duas edições do Proac (Programa de Ação Cultural do Governo do Estado de São Paulo), lançou em 2014 o disco Alexandre Ribeiro Quarteto e, em 2017, seu primeiro disco solo, “De Pé na Proa”, ambos produzidos por Swami Junior. Deste último, o jornalista Carlos Calado escreveu: “Não bastasse ser um dos instrumentistas brasileiros mais brilhantes da nova geração, o clarinetista e compositor Alexandre Ribeiro demonstra que também é um artista ousado. Com uma carreira em franca ascensão, marcada por projetos e parcerias que até agora o associavam ao universo do choro, ele não teve receio de encarar os riscos da aventura musical que resultou no álbum “De Pé na Proa” – lançamento com o selo de qualidade da gravadora Borandá. Nesse projeto solo, Alexandre interpreta ao clarinete e ao clarone (também conhecido como clarinete-baixo) nove composições de sua autoria, quase todas feitas especialmente para esse disco. Ao criá-las, utilizou diversos ruídos e efeitos sonoros produzidos por pedais e harmonizers – recursos eletrônicos usados com mais frequência na música pop, no jazz contemporâneo ou na música eletroacústica (…), um projeto ousado que poderia resultar em algo monótono ou até hermético, mas Alexandre e o conceituado produtor Swami Jr. conseguiram encontrar o necessário equilíbrio entre improvisos, experimentos sonoros e os sentimentos embutidos no repertório do álbum. (…) Tomara que outros instrumentistas da nova geração sigam seu exemplo, no sentido de buscar novas formas de criação. A tradição musical brasileira é riquíssima e deve ser valorizada, mas a música não avança, nem se renova, sem a ousadia e a inventividade de artistas como Alexandre Ribeiro.”

Caetano Brasil

O músico mineiro Caetano Brasil é clarinetista, saxofonista, compositor e, em 2020, completa 10 anos de carreira. Desenvolve um trabalho autoral extremamente contemporâneo ao juntar o choro, gênero tipicamente brasileiro, com o jazz, a música folclórica oriental, ritmos latinos e de outras culturas mundo afora. Assim, as pessoas que conhecem sua música, seja virtualmente ou em uma de suas apresentações, entram em contato com composições e arranjos que carregam traços de sua terra e que, ao mesmo tempo, remetem a outros povos. Podemos dizer que este é um dos movimentos culturais que marcam territórios, cenários, emoções, memórias e sentimentos. Com uma crescente atuação no cenário musical, Caetano foi premiado em 1o lugar no XVIII Prêmio Nabor Pires Camargo Instrumentista (Indaiatuba/SP) e também como “Melhor Instrumentista” do XIX Prêmio BDMG Instrumental (Belo Horizonte/MG), ambos em 2019. Ainda em 2019, ele foi homenageado com a Medalha Geraldo Pereira, concedida pela Câmara Municipal de Juiz de Fora em parceria com a Associação Cultural Estação Palco, como reconhecimento pelo seu trabalho de produção, difusão e engrandecimento de manifestações artístico-culturais na cidade e região. Nos últimos anos, Caetano tem se notabilizado também por sua atuação na direção musical de trabalhos artísticos variados e de iniciativas culturais como o projeto “Chora, Princesa – um painel do choro contemporâneo de Juiz de Fora”, idealizado por ele, cujo álbum foi lançado em 2019. Caetano possui uma presença online dinâmica com a criação de conteúdos específicos para as mídias que possuem grande alcance de público como as webséries “Conversa de Improviso” e “Em pauta” e o single visual “Romani”. A partir de 2020, destaca-se a produção artística para o canal no youtube, apresentando arranjos originais de choro para músicas de outros gêneros, conteúdos educativos e performances diversas. HISTÓRICO Ao voltar no tempo, vamos descobrir que ele começou a estudar de maneira praticamente autodidata. Com 12 anos, começou a tocar clarinete e aos 15, já integrava o Clube do Choro de Juiz de Fora. Não muito depois, o músico também cursou a Universidade de Música Popular (Bituca) de Barbacena (MG). Lançou seu primeiro CD, em 2015, intitulado “Caetano Brasil”, com recursos da Lei Murilo Mendes (Lei Municipal de Incentivo à Cultura de Juiz de Fora/MG). Nos últimos anos, dividiu o palco com importantes nomes da música mineira, brasileira e internacional e já gravou ao lado do pianista carioca Cristóvão Bastos, do violonista gaúcho Yamandu Costa, do multi- instrumentista turco Chadas Ustuntas, dentre outros. Em 2017, foi o artista responsável pelo projeto “O mundo do choro contemporâneo”, patrocinado pelo Banco do Nordeste e produzido pela Sinfônica Produções, com realização de shows e oficinas de música nos Centros Culturais Banco do Nordeste em Fortaleza e em Juazeiro do Norte. Também em 2017, Caetano diversificou ainda mais sua atuação musical ao propor a realização de uma roda de choro didática que pudesse agregar músicos profissionais e iniciantes ao redor do aprendizado da linguagem do choro. Surgiu, então, o Projeto Mão na Roda com encontros semanais em Juiz de Fora (MG) e que já motivou a realização do I Festival de Bolso de Choro na cidade. SOBRE CAETANO BRASIL & GRUPO Em 2013, Caetano se reuniu com alguns músicos de Juiz de Fora para montar o seu grupo de música instrumental e autoral. A formação atual conta com Guilherme Veroneze (piano), Gladston Vieira (bateria) e Adalberto Silva (contrabaixo). Ao lado do seu grupo, em 2019, Caetano foi premiado em 1o lugar no XVIII Prêmio Nabor Pires Camargo Instrumentista (Indaiatuba/SP) e também como “Melhor Instrumentista” do XIX Prêmio BDMG Instrumental (Belo Horizonte/MG). O Caetano Brasil & Grupo já havia sido um dos finalistas do XVII Prêmio BDMG Instrumental, em 2017. O currículo reúne a participação em importantes festivais e eventos como o Festival de Inverno de São João Del-Rei (MG), o Projeto Arte Boa Praça em Miraí (MG), o Festival Fartura Gastronomia (Tiradentes/MG) e o Festival Sessão Instrumental (Juiz de Fora/MG).

Carimbó do Johnny

Experiência Profissional Iniciei oficinais de violão e flauta doce como voluntário na Escola Antônio Gomes Moreira Junior durante 4 anos, na qual eu fui aluno. Como músico: Aos 16 anos comecei como clarinetista no grupo de carimbó raiz Paramuru. Grupo que iniciei desde os 10 anos de idade, no bairro do Barreiro, em Belém do Pará. Após ele, participei de outros grupos parafolclóricos como Uirapuru do Colégio IEEP, Grupo de carimbó do SESC-PA, Carimbó Pirata, Os Safos da Capital e Orquestra Pau e Cordista de Carimbó. Entre todos os grupos, participei de festivais como Festival Se Rasgum, Festival Internacional de Folclore do Maranhão, Festival Sonido e Festival Lambateria. Fui Guitarrista da banda Baile Regional e hoje sou guitarrista e diretor musical da banda Lucyan Costa. Sou músico, compositor, interprete e produtor musical. Atualmente sigo com projeto musical de carimbó raiz chamado “Carimbó do Jonny”, que tem como propósito o ensino didático musical, preservação da cultura local e a conscientização para a preservação do meio ambiente através da música. O projeto tem um EP com 6 músicas que foi lançado no dia 06 de Junho de 2020 através de uma transmissão ao vivo feita pelo canal do YouTube. Após o lançamento do EP nas plataformas digitais, já tenho material pra os próximos Eps para Guitarra, violão clássico e um com uma mistura de gêneros que fizeram parte do acervo musical em que criei minha identidade. Formação: Curso Técnico em Clarineta – Escola de Música da UFPA – EMUFPA (2016) Curso Técnico em Violão Clássico – Escola de Música da UFPA – EMUFPA (2018) Bacharelando em Música com Habilitação em Clarineta – Instituto Estadual Carlos Gomes (2018) Cursos e Oficinas Fundamentos Básicos de Áudio – Técnico de Som Alan Bacelar – 2016 Princípios de Acústica e Captação de Áudio em Orquestra – Profª Cibelle jemima– 2017 Conceitos de Mixagem- Engenheiro de Áudio Kadu Melo – 2019

Fabricia Medeiros

Clarinetista, claronista, maestra, professora e pesquisadora das questões educacionais e corporais dentro do fazer artístico, Fabrícia se formou em clarinete pela Escola de Música de Estado de São Paulo – EMESP Tom Jobim e pela Faculdade Mozarteum de SP, onde concluiu seu bacharel em clarinete. Constantemente se especializa na área do ensino coletivo, tendo participado de diversos cursos e capacitações dentre os quais se destacam a Filosofia Suzuki (2015) e o X Curso Internacional Orff – Schulwerk no Brasil (2020). Maestra orientada por Claudio Cruz, já esteve à frente da Orquestra Jovem do Estado de São Paulo e da Banda Sinfônica Infanto-Juvenil do Guri Santa Marcelina, grupo com o qual teve participação no Festival Internacional de Campos do Jordão. Participou como professora convidada e palestrante no I Encontro Feminino de Clarinetistas (BA 2019) e no 12º Encontro Brasileiro de Clarinetistas e Claronistas (SP 2019). Atualmente é professora no Guri Santa Marcelina e cursa a formação do curso Consciência Corporal para Músicos sob orientação de Eleni Vosniadou, professora que a orienta desde 2013, e é clarinetista/claronista da Jazzmin’s Big Band.

Maria Beraldo

Maria Beraldo, 32, é clarinetista, claronista, compositora, produtora, cantora e guitarrista. Em 2018 lançou seu primeiro álbum solo CAVALA (selo RISCO), muito bem recebido pela crítica e público, e apresentou o espetáculo do disco nos principais teatros e festivais do Brasil e Portugal. Com esse trabalho foi indicada aos prêmios APCA, Multishow, Prêmio SIM SP e Woman’s Music Event, no qual foi premiada como melhor instrumentista. Em 2019 foi indicada ao Premio Shell de Teatro pela direção musical e arranjos (com Mariá Portugal) da montagem brasileira de Lázarus, de David Bowie e Enda Walsh, dirigida por Felipe Hirsch. Vem se apresentando no Brasil, Europa, Japão e América do Sul com a Quartabê, Arrigo Barnabé e Bolerinho. Maria assina os arranjos de sopros de faixas do CD “Deus é Mulher” de Elza Soares, do qual participa também como instrumentista. É mestre em Música desde 2013 e Bacharel em Música Popular desde 2009 pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP).

Nailor Azevedo (Proveta)

ESCOLARIDADE Complete superior – bacharel em Saxofone – faculdade de Mosarteum música em 1992. CURSOS DE MÚSICA Conhecimentos Teóricos e Solfejo Musical – Professor Hary Bacciotti – Instrumento prático e apreciação musical – Geraldo Azevedo Conservatório Carlos Gomes – Campinas de 1977 – curso de Clarinete e Teoria Musical Curso – Orquestração, harmonia avançada e instrumentação – Professor Claudio Leal Trabalhos da dupla: Laércio de Freitas, Nelson Ayres, Arismar do e. Santo, Guinga Trio: Laércio de Freitas, Edson Alves, Arismar do ESP. Santo., Jane Duboc Trabalhos do Quarteto: Mauricio Carrilho, Pedro Amorin, Jorginho(Pandeiro)e Proveta. Trabalhos de Bigband: – Líder da banda Aquárius em 1988 e líder da banda Mantiqueira desde 1991, que participou em 1996 do centenário de Pixinguinha.A Banda Mantiqueira representou o Brasil em Portugal na Expo 98 e depois que participou do Free Jazz Festival no Rio de Janeiro e São Paulo, ano em que foi reconhecida internacionalmente quando ela veio a ser indicada e a ser nomeada para o Grammy,em 1998 e anos depois seria novamente nominada para o grammy em 2006. Participaçôes em SHOWS Artistas nacionais: Simone, Claude, Célia, Peri Ribeiro, Agnaldo Rayol, Nelson Gonçalves, Celso Viáfora, Vânia Bastos, Jane Duboc, Guinga, Joyce, Elza Soares, Mônica Salmaso, Sergio Santos,Renato Braz,Fabiana Cozza,Virgínia Rosa,César C. Mariano, etc. Artistas internacionais: Beny Carter, Roger Newman, Anita Oday, Paul West, Joe Willians, George Duvivier, Albert Collins, Berry White, Natalie Cole. Participação especial: Festival de Jazz em Tóquio – Kirin The Club – em 1994 com César Camargo Mariano Festival em Fukuoka – Japão em 1996 – Blue Note – com a cantora e compositora Joyce Festival de Jazz brasileiro – Tokio – 1996 – com a contora e compositor Joyce e latim Latin Festival de Tóquio, Nagoya, Gifu e Hiroishi no ano de 2000, com Maurício Carrilho, Pedro Amorim e Jorginho do Pandeiro. Banda Mantiqueira – Lançamento do 2o. CD “Bixiga “-Sala São Paulo em 2000 Participa como músico no CD OURO NEGRO do Maestro Moacir Santos em 2000. Em 2001 realiza nova tour no Japão com a cantora e compositora JOYCE. Banda MANTIQUEIRA e OSESP realizam uma tour nos Estados Unidos em 2002. Em 2003 ele viaja com MÔNICA SALMASO (EUA) e com JOYCE para Inglaterra e Japão. Em 2004, trabalha como professor,arranjador,compositor na Escola do Auditório Ibirapuera e Direção Artística na MPB durante também a gestão do Itaú Cultural( 2011-2019). Em 2004 viaja com Mônica Salmaso (USA.) e encerra o ano com banda Mantiqueira, Luciana Souza e OSESP. Em 2005 ele participa com a banda Mantiqueira de um importante festival na cidade de BREMEN (Alemanha). Com os Chorões Isaías e Israel, lança o primeiro CD do grupo Moderna tradição em SP. Tambem em 2005 é realizado o Lançamento do 3o CD da banda Mantiqueira e seu primeiro CD solo:Tocando para o Interior. Em 2006, com a Osesp, banda Mantiqueira e Mônica Salmaso gravam novo CD. .Final de 2008 encerra o ano com B.Mantiqueira, Mônica Salmaso e OSESP. Lança o CD “Brasileiro de Saxofone” em 2009, com Maurício Carrilho e Paulo Aragão, mais convidados no Rio de Janeiro. Convidado de Winton Marsalis para concertos em NY com a cantora Luciana Souza no Jazz Lincoln Center em janeiro de 2012. Convidado para lançamento do Box DISCOBERTAS no Sesc Vila Mariana em Fevereiro de 2012 e da Orquestra JAZZ SINFÔNICA no Ibirapuera tocando Pixinguinha. Em 2013,participa com a Banda Mantiqueira no Festival de Trancoso ao lado de grandes nomes como Mônica Salmaso Téco Cardoso e César Camargo Mariano. Ainda em 2013,participa do Festival de encontro Brasil/Portugal com Raul de Souza Quarteto,na cidade do Porto. Em 2014 grava novo CD “SILÊNCIO” com Renato Brás e Edson Alves. Lança em 2015,também novo CD com o violonista Alessandro Penezzi,VELHA AMIZADE e o CD CORPO DE BAILE com Mônica SALMASO. Ainda lança este ano 2016,o CD Velhos companheiros em homenagem á Kximbinho e novo CD do PROAC em homenagem á Leme,sua cidade,Coreto no Leme. Ganhador em 2015 do Prêmio Governador do Estado de São Paulo como mùsico. Em 2017,Lança o CD Com Alma da Banda Mantiqueira que convida Wynton Marsallis,Romero Lobambo e Cacá Malaquias. Convidado de Wynton Marsalis como Solista da Jazz At Lincoln Center Orquestra para a Tour em São Paulo nas unidades do SESC em Junho de 2019.

Pedro Paes

Clarinetista, saxofonista, arranjador e compositor – Participou de diversos shows e gravações de artistas brasileiros de renome como Bibi Ferreira, Dori Caymmi, Lenine, Monica Salmaso, Renato Braz, Áurea Martins, Maurício Carrilho, Cristóvão Bastos, Paulo César Pinheiro, Luciana Rabello, Mário Adnet, Pedro Amorim, entre outros. Em 2000, formou-se bacharel em violão pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro – UNIRIO, onde iniciou-se no clarinete como instrumento complementar com o prof. Fernando Silveira. Posteriormente, estudou ainda com Nailor Azevedo (Proveta) e Rui Alvim, saxofone com Marcelo Bernardes e Humberto Araújo, análise com Marcílio Lopes e Bia Paes Leme, arranjo com Roberto Gnattali e Paulo Aragão. Como compositor, foi finalista do III Festival de Música Instrumental de Guarulhos de 2008 com o choro Descabeçeado. Foi vencedor do III Festival de Música das Rádios Nacional e MEC AM com o samba Soprador, premiado nas categorias Melhor Música Instrumental, Melhor Arranjo, em 2011. Colaborou em projetos de gravação de CD e shows como Brasileiro Saxofone vol. II, Choro na Feira, Camerata Brasilis, Inéditíssimos, Choro do Século XXI, Água de Moringa 25 anos, e Prosápia Fulgurante. Como claronista, foi um dos primeiros brasileiros a fazer apresentações inteiramente dedicadas ao instrumento como solista de música popular no show Fala Clarone, na Casa do Choro em julho de 2016, acompanhado de Maurício Carrilho (violão), Jorge Oscar (contrabaixo), Kiko Horta (acordeom) e Magno Júlio (percussão). Suas composições e arranjos para clarone exploram a linguagem idiomática do instrumento, incorporando sua extensão completa, além de técnicas estendidas como multifônicos, microtons, slap-tongue, entre outras. Seu choro Fala Clarone foi incluído como peça de confronto no I Concurso de Claronistas do Festival Internacional de Clarineta do Rio de Janeiro – FIC Rio em 2017.

Rosa Barros

Rosa Barros – Paulista de Santos, é graduada em clarineta pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), mestre em Música pela Universidade de Brasília (UnB) e doutoranda na Universidade Federal da Bahia (UFBA). Dedica-se ao ensino de clarineta desde 1997 e desde 2008 o foco do seu trabalho tem sido a clarineta para crianças. Como instrumentista, atua na música popular e erudita tendo integrado orquestras, bandas sinfônicas, musicais, peças de teatro e grupos de câmara. Apresentou-se em várias cidades brasileiras, bem como, alguns países da Europa e América Latina. Atualmente é professora de Música no Instituto Federal de Goiás (IFG), idealizadora do Projeto “Divertimentos para Clarineta” e integrante do Dueto Apoena.

Sérgio Albach

SERGIO ALBACH é clarinetista, arranjador, compositor e curador. Graduou-se na EMBAP-PR em Licenciatura em Música. Desde 1988 quando inicia sua carreira profissional, tem uma atividade musical intensa, principalmente como  instrumentista. Depois de 4 anos como músico da OSINPA, começa uma dedicação para a música brasileira, em especial o Choro. Assume a Direção da OABS em 2002, que já está em seu 10° lançamento fonográfico; e a Direção da Oficina de Música de Curitiba até 2014. Excursionou por vários países da Europa e América Latina com o Mano a Mano Trio e também com um concerto solo de clarone. Conta com parcerias no palco com músicos do calibre de Amilton Godoy, Léa Freire,  Altamiro Carrilho, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, João Bosco entre outros. Em 2018 lançou em CD e Vinil o “Clarone no Choro”.

Zé Pitoco

Zé Pitoco

Com grande atuação na cena musical brasileira, Zé Pitoco é um grande representante da música regional nordestina em São Paulo. Transitando sempre com muita maestria entre o clarinete, o saxofone e a zabumba, esse multiinstrumentista e arranjador pernambucano notável exprime todo o cotidiano de um nordestino que vive na capital paulista, em música. Radicado em SP, participou da criação de diversos grupos de música brasileira como “Banda Mexe com Tudo” e “Banda Mistura e Manda”, além do Grupo de choro “Papo de Anjo” e a Orquestra Popular de Câmara. Atualmente, integra o grupo de Antônio Nóbrega, sendo um de seus principais componentes e arranjadores. Foi integrante da Orquestra Popular de Câmara, ao lado de Benjamim Taubkin, Teco Cardoso, Mané Silveira, Guelo, Caíto Marcondes e Monica Salmaso. Já tocou com diversos nomes, como Dominguinhos, Hermeto Pascoal, Sivuca, Chico César, Spok Frevo Orquestra, Monica Salmaso, Mestrinho, Lucy Alves, Banda Mantiqueira, entre outros. Em junho de 2007 realizou aplaudido show dentro do Projeto “Mundo Percussivo”, que reuniu no Sesc/SP grandes nomes da percussão mundial. Com o “Forró do Zé Pitoco”, vem animando as noites paulistanas, apresentando vasto repertório com composições inéditas, além de clássicos de grandes nomes da música nordestina.

 

Paulo Sérgio Santos

Biografia

Clarinetista.

Iniciou seus estudos de clarineta na Escola Villa- Lobos com o professor José Botelho e na Univesidade Federal do Rio de Janeiro com Jayoleno dos Santos e José Carlos de Castro.

Sua formação musical ficou marcada pelo ecletismo, tendo trilhado caminhos em diferentes bandas de música, rodas de choro e orquestras sinfônicas. Foi o primeiro clarinetista da Orquestra Sinfônica do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, atuando entre os anos de 1977 a 1995. Formou-se na UFRJ. Venceu inúmeros concursos, como o “Sul-América”e o “Eldorado”. Integrou várias orquestras filamônicas e sinfônicas. Pertenceu ao corpo docente da Uni-Rio, também lecionou no “Festival de Verão”, de Brasília, em 2000. Seu filho, Caio Márcio (Caio Márcio Ferreira Chaves dos Santos), também é músico, violonista (graduado pelo Centro Universitário Conservatório Brasileiro de Música), respeitado como um dos grandes virtuoses no instrumento, além de produtor musical de discos e projetos musicais, tais como o “Instrumental Sesc”. Lecionou clarineta durante cinco anos na Uni-Rio. Foi convidado para apresentação em congresso internacionais de clarinetistas e festivais de música como os de Lubock, Oklahoma, Porto, Caracas, Perugia e Atlanta, entre outros internacionais, além de festivais nacionais como os de Campos de Jordão, Brasília, Ouro Preto, João Pessoa, Recife, Fortaleza, Curitiba, Londrina, Tatuí, Natal, Caxias do Sul, Aracaju, Diamantina e Salvador, entre muitos outros. No ano de 2006 ministrou aulas do instrumento no “Brazil Camp Festival”, em Casader, na Califórnia. (EUA).

Sergio Albach

SERGIO ALBACH é clarinetista, arranjador, compositor e curador. Graduou-se na EMBAP-PR em Licenciatura em Música. Desde 1988 quando inicia sua carreira profissional, tem uma atividade musical intensa, principalmente como instrumentista. Depois de 4 anos como músico da OSINPA, começa uma dedicação para a música brasileira, em especial o Choro. Assume a Direção da OABS em 2002, que já está em seu 10° lançamento fonográfico; e a Direção da Oficina de Música de Curitiba até 2014. Excursionou por vários países da Europa e América Latina com o Mano a Mano Trio e também com um concerto solo de clarone. Conta com parcerias no palco com músicos do calibre de Amilton Godoy, Léa Freire, Altamiro Carrilho, Arrigo Barnabé, Egberto Gismonti, João Bosco entre outros. Em 2018 lançou em CD e Vinil o “Clarone no Choro”.

Rui Alvim

Rui Alvim Clarinetista e saxofonista, integrou a Orquestra de Música Brasileira dirigida pelo maestro Roberto Gnatalli e a Orquestra Jazz Sinfônica do Estado de São Paulo. Faz parte do conjunto Água de Moringa, com quem já lançou quatro discos. Participou das coletâneas “Princípios do Choro” e “Joaquim Callado, o Pai dos Chorões”. Tem participado de diversos shows e gravações com artistas renomados, como Paulo César Pinheiro, Zeca Pagodinho, Paulinho da Viola, Elton Medeiros entre outros. Atualmente também integra o Sexteto Mauricio Carrilho, o conjunto Gafieira de Bolso e a Pequena Orquestra de Mafuás. Ministra o curso de saxofone da Escola Portátil, além de ter sido um dos diretores da banda Furiosa Portátil.

Anat Cohen

Anat Cohen

A clarinetista e saxofonista Anat Cohen é professora na School of Jazz andContemporary Music da The New School University, Nova York. Nomeada Três vezes ao Grammy, foi declarada clarinetista do ano pela Jazz Journalists Association nos últimos quatorze anos, e melhor clarinetista por leitores e críticos da DownBeat Magazine, por vários anos. Apresentou-se em palcos como Carnegie Hall, Chicago Symphony Center, Mozaart Hall, The Village Vanguard e Hollywood Bowl.

Vanessa Melo

Graduada em clarinete pela UFBA em 2012, Vanessa Melo é uma artista versátil, curiosa epedagoga. Ela participou do Neojiba, se apresentou em vários encontros de clarinetistas nacionais e internacionais, integrou o Rumpilezzinho e o projeto Pradarrum do grande percussionista e alabê Gabi Guedes como clarinetista e cantora. Abriu o Carnaval 2015 ao lado de Lazzo Catumbi e Tote Gira no projeto “Batuques de Coração”, é integrante da Banda Alma, fez muitas participações além de ser a embaixadora de Ethno Bahia, o projeto de intercâmbio musical da ONG Jeunesses Musicales International que acaba de acontecer no Recôncavo.

Ivan Sacerdote

Ivan Sacerdote possui uma linguagem plural no instrumento, passando pelo Choro, Samba, Jazz, Bossa-nova, Forró, Música de concerto, Reggae, Cumbiaentre outros estilos musicais, o clarinetista explora a versatilidade do clarinete tendo como plano de fundo a Cidade de Salvador, seus ritmos e sua diversidade musical. Atuou como solista frente a Orquestra Sinfônica da Bahia, Orquestra Sinfônica da Universidade Federal da Bahia, Regional Os Ingênuos, Grupo Mandaia e Grupo Casa Verde até chegar ao seu projeto solo (Ivan Sacerdote trio). Desde 2012 integra o quarteto que acompanha a cantora, compositora e instrumentista baiana Rosa Passos em turnês e gravações. Já se apresentou ao lado de grandes nomes da música brasileira (Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Seu Jorge, Xangai, Lazzo Matumbi, Roberto Mendes Saulo Fernandes,Magary Lord, Baiana System, Luiz Caldas, Armandinho Macedo, entre outros).

Acaba de gravar seu primeiro disco, ao lado do multi-instrumentista Felipe Guedes, com lançamento previsto para 2021. Em fevereiro e abril de 2019 entrou em estúdio a convite do cantor, compositor e instrumentista Caetano  Veloso para a gravação de um disco em duo, onde Ivan sacerdote atua como melodista e improvisador e produtor ao lado do renomado artista. As gravações aconteceram em Salvador e Nova York e foram lançadas em janeiro de 2020. O disco “Caetano Veloso & Ivan Sacerdote” é considerado por muitos como
um dos maiores diálogos entre a música instrumental e a canção brasileira.
Assim disse Caetano Veloso:  
“Fico orgulhoso de ser, como autor, violonista e cantor, o veículo para o lançamento desse jovem talento soteropolitano. Cinco canções captadas no ritmo da vida estival da Baía de Todos os Santos. Pós-jazz, pós-bossa, pós-axé, Ivan Sacerdote é boa nova da nossa música.”

Bia Stutz

Bia Stutz (clarinete, saxofones, voz) é mestra em música pela Universidade Federal do Rio deJaneiro(2013), ex integrante da Orquestra Sinfônica Brasileira Jovem.

Desde de 2009, tem se especializado no repertório de música brasileira, participando regularmente de rodas de choro tanto no Brasil quanto no exterior, sendo convidada periodicamente por músicos locais a se apresentar em países como EUA, Canadá, Portugal, Bélgica, Itália e França.

Professora da classe de clarinetes no prestigiado Festival Música nas Américas ( 2015 – Belémdo Pará, PA), Bia Stutz, em sua primeira turnê européia (2016), além de atuar como convidada do clube do choro de Bruxelas (Bélgica) participou de shows com renomados músicos de Jazz/Blues do cenário europeu: “New Orleans Shakers” – Alemanha,”Burich/L’Etienne New Orleans Ensamble” – Dinamarca, e com os “Creoles Clarinets” na Suíça durante o festival Old Jazz Am See, destacando assim sua versatilidade em dialogar com outros gêneros musicais.

Em 2018, lançou seu primeiro single digital “Pro Paulo” – gravado na Alemanha durante residência artística. Atualmente, além de dar aulas e fazer parte da Banda Sinfônica do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro, inicia sua jornada como compositora e produtora.

Eleni Vosniadou

Eleni Vosniadou (www.elenivosniadou.com)

Professora de Técnica Alexander e fundadora do curso Consciência Corporal para Músicos®, Eleni Vosniadou ajuda  instrumentistas e cantores a acessar a liberdade e eficiência máxima na sua performance musical. No exterior,Eleni atua no corpo docente da escola Total Vocal Freedom e trabalha com músicos e artistas em Estados Unidos, América Latina e Europa. No Brasil é frequentemente convidada para ministrar palestras e oficinas em instituições como USP, UNESP, EMESP, Projeto Guri, SESC, entre outros.

Consciência Corporal para Músicos® é uma abordagem holística que apoia músicos de diversos estilos e níveis a otimizar sua prática musical. Com uma base sólida na Técnica Alexander, músicos aprendem como alinhar mente e corpo liberando o seu movimento e alavancando a sua performance.

Danielly Dantas

Danielly Dantas

 

Danielly Dantas é potiguar radicada na Paraíba, artista e arte educadora. Iniciou seus estudos musicais em 2002, na  banda de música de Cruzeta-RN, sob a regência do maestro Bembém Dantas. 

É mestre em etnomusicologia pela UFPB (2018) e Bacharel em clarinete pela mesma instituição (2010). Atua como clarinetista desde 2002, e como saxofonista desde 2014, em diversas formações instrumentais, como bandas de música, orquestras, big bands e grupos de câmara, como por exemplo o Tryá, trio instrumental que em 2012 foi contemplado com o Prêmio Funarte de Música Brasileira, resultando na gravação de um CD. 

Em sua trajetória, participou de diversos eventos musicais enquanto participante e também como professora, e realizou gravações de CDs, DVDs e EPs de artistas e grupos do nordeste. 

Na área de ensino da música, atuou entre 2001-2009 como professora de musicalização e clarinete na AMUSIC Associação Musical de Cruzeta-RN), professora substituta de clarinete e saxofone do Conservatório de Música da UERN/Campus ossoró-RN (2014-2016), onde também coordenou e atuou nos grupos UERN Big Band, CLARUERN – Camerata de Clarinetes da UERN (grupo criado pela mesma) e foi clarinetista no Grupo de Choro Ingênuo; Em 2016-2017 foi uma das fundadoras e professora do Núcleo de Ensino de Música da UFERSA (NUEM), atuando no ensino de prática de conjunto instrumental, de coral e de teoria musical.

 Atualmente é professora de saxofone e clarinete na Escola Estadual de Música Antenor Navarro – PB, atua como clarinetista e saxofonista na cena independente de João Pessoa, uma das idealizadoras e participante do Coletivo ClarinetAs + e auto gestora da ArteCasa Espaço Criativo.