Classe de Canto Popular

Polly Guimarães - Coordenadora de Classe

Licenciada em música, Especialista em artes visuais e Mestre em Artes, atualmente Polly Guimarães integra o quadro docente efetivo de Professora de Canto Popular da Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte. De 2010 a 2016 atuou como docente efetiva do Instituto Federal do Sertão Pernambucano e Instituto Federal do Rio Grande do Norte, durante os seis anos, se dedicou a projetos institucionais e manutenção de grupos vocais, bem como o ensino de canto popular.

Sua formação musical popular denota influências da música popular brasileira e do jazz, dedica-se ao estudo interpretativo da obra musical de Chico Buarque e tem projetos na área de performance vocal da música brasileira popular. O trabalho mais recente foi a montagem do show Anima Chico, contemplado em edital Cultural local (TCP – Teatro de Cultura Popular Chico Daniel), onde atuou como intérprete e assinou a direção artística. 

PROFESSORES

Alexei de Queiroz

É professor do departamento de música da Universidade de Brasília (UnB), nas áreas de Musicologia, Canto Popular, Estruturação Musical, Percepção, História da Música e Performance. É Mestre em Música, com dissertação em Educação Musical pela Unicamp (2009). Possui graduação em Música Popular pela Unicamp (2006) onde se habilitou em Canto Popular. Anteriormente completou graduação em Ciências da Computação pela Universidade Federal de Santa Catarina (2001). Realiza pesquisas nas áreas de Musicologia, Música Popular, História da Música, Música e Matemática. É compositor, cantor e instrumentista, tendo participado de grupos musicais, especialmente em Campinas, SP, incluindo os conjuntos Buarquenrol, Movimento, Clave-son-4, e o grupo Alexei e a Banda Toda, pelo qual gravou dois discos com músicas de sua autoria: “Perigo.Zero” (2007) e “O sei lá o Que” (2009).

Ana Luiza

Ana Luiza é cantora, poeta e compositora. Aclamada por tanto por seu domínio técnico quanto pela força de suas interpretações, por 25 anos teve seu trabalho artístico constituído em duo com o pianista, compositor e arranjador Luis Felipe Gama. Como intérprete, gravou no CD do compositor Guinga, Noturno Copacabana, uma das composições dele em parceria com Luis Felipe Gama, a música “O Silêncio de Iara”, intitulada por Chico Buarque como a “canção do século”. Cantou à frente da Orquestra Jazz Sinfônica na montagem paulista da Sinfonia do Rio de Janeiro de São Sebastião, com autoria e regência de Francis Hime, e também em 2014, interpretando canções compostas e orquestradas por Luis Felipe Gama. Em 2005 recebeu os dois mais importantes prêmios brasileiros dedicados a intérpretes vocais. Seja nos palcos ou em estúdio, já esteve ao lado de grandes instrumentistas brasileiros e estrangeiros, e de nomes como Milton Nascimento, Chico Buarque, Ney Matogrosso, Paulinho da Viola, Dominguinhos, Elba Ramalho, Arrigo Barnabé, Zeca Baleiro, Robertinho Silva e o cantautor cubano Pablo Milanés. Vem fazendo exitosa carreira no Exterior, apresentando-se diversas vezes na Argentina, Uruguai, Portugal, França, Suíça, Alemanha e Cuba, onde estiveram a última vez em maio de 2013 para gravarem um disco com grandes músicos cubanos. Em 2014 fizeram turnê ao lado do violonista clássico Fabio Zanon, considerado um dos três mais importantes do mundo em seu instrumento, e de Maria João, aclamada como a mais importante cantora portuguesa de jazz da atualidade. Em 2015 foi responsável pela direção vocal dos cantores no espetáculo A Paixão Segundo Nelson, colagem de crônicas de jornal de Nelson Rodrigues realizada por Zeca Baleiro, que também assinou a trilha sonora, sob direção de Debora Dubois. Em 2019, entre outros trabalhos para teatro, assinou a direção musical do espetáculo A Dama das Camélias, adaptado, dirigido e encenado pelo premiado ator Roberto Cordovani, com estreia em Portugal seguida de turnê pela América Latina. Ana Luiza ministra oficinas sobre Técnica e Interpretação no Canto Popular em todo o Brasil e no Exterior. Foi professora convidada, entre outros, do tradicional Curso Internacional de Verão de Brasília, do Festival de Inverno de Ourinhos, da Oficina de Música de Curitiba, do Conservatório de Lisboa, em Portugal, e do Instituto Superior de Artes, em Havana, Cuba. Em 2020 lança Rubra, seu primeiro livro de poemas, pela Editora Laranja Original.

Anna Paes

Anna Paes é cantora, compositora, violonista, professora e pesquisadora. Lançou o seu primeiro álbum autoral, “Miragem de Inaê”, pela gravadora Biscoito Fino (2016), com composições em parceria com Iara Ferreira, direção musical de Jayme Vignoli e as participações especiais de Guinga, do Quarteto Maogani e da cantora Paula Santoro. Em 2016, com a canção “Choro de madrinha”, em parceria com Iara Ferreira, Anna Paes foi uma das artistas selecionadas para receber o Prêmio Grão de Música, em São Paulo. Em 2017 teve músicas de sua autoria com parceiros gravadas por artistas como Nina Wirtti, Luís Barcelos, Gabriela Kozyra, Guinga, Gabriele Mirabassi e Mônica Salmaso. Participou de gravações em video, shows e festivais dedicados à divulgação da obra de compositoras mulheres, apresentando seu repertório autoral: “2ª Mostra Mulheres Criando – RJ” (2016); “Sonora-RJ – Ciclo Internacional de Compositoras” (2016 e 2017); “Meninas do Brasil”, de Luiza; “2ª AMostra Canção Presente” (2018). Fez participações como intérprete e compositora em shows do compositor e violonista Guinga em teatros, clubes de jazz e centros culturais no Rio de Janeiro, Niterói, São Paulo, Goiânia, Los Angeles, Paris, Barcelona, São Francisco (2017/2019); no programa “Ao Vivo entre amigos” e “Todas as Bossas” TV Brasil (2017/2018). No projeto “Guinga e as Vozes Femininas” no Centro Cultural Banco do Brasil-RJ, em homenagem aos seus 70 anos, foi uma das cantoras convidadas (2020). Tem graduação em Educação Musical (1999) e mestrado em Música pela Uni-Rio (2012). Atualmente cursa o Doutorado em etnomusicologia na UFRJ. Professora de canto e violão, tem certificação do método Lovetri Somatic VoiceWork™. Desde 2003 é professora de violão na Escola Portátil de Música. Anna Paes tem se dedicado à produção do seu segundo álbum de canções autorais. Entre seus parceiros estão Edu Kneip, Vidal Assis, Rogério Santos, Guinga, Simone Guimarães e Zélia Duncan.

Clara Sandroni

Clara Sandroni é Carioca e iniciou a carreira profissional em 1981, atuando com Carlos Sandroni, compositor e violonista. Fez shows em dupla com Carlos Sandroni e com sua banda, no Rio, São Paulo e outras cidades do Brasil. Lançou onze discos em sua carreira, sendo quatro com o cantor Marcos Sacramento e o grupo Lira Carioca, sobre o samba de Sinhô, e um em homenagem ao compositor e violonista Baden Powell, com o violonista Maurício Carrilho e o cantor Marcos Sacramento. Gravou com Milton Nascimento no CD Encontros e Despedidas, com o violonista americano Al Di Meola no CD Tirami Su, e ainda com Joyce, Muri Costa, Mário Ceve, Yuri Popov, dentre diversos outros artistas brasileiros. Faz parte do Grupo de Estudos da Voz do Rio de Janeiro (GEV-RJ), desde 1991 é sócia fundadora da Associação Brasileira de Canto (ABC). É Mestre em Música pela UFRJ e Doutora em Música pela UNIRIO. Desde 2015 é professora na Escola de Música da UFMG.

Daniela Rezende

Daniela Rezende, cantora, compositora, instrumentista, e professora de canto da Universidade Federal da Paraíba (UFPB) desde 2016, graduou-se em música popular pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) em 2002. É mestre em Música (práticas interpretativas: canto) pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) desde 2010. Em 2016 publicou sua dissertação de mestrado intitulada “A VOZ E O CHORO: Aspectos técnicos vocais e o repertório de choro cantado como ferramenta de estudo no canto popular”. Atualmente cursa o primeiro ano de doutoramento na Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais (EHESS), em Paris, e sob orientação do Professor Doutor Denis Laborde desenvolve um projeto de estudos sobre “A improvisação no choro: sua história e suas práticas”.

Elke Riedel

Elke Riedel, natural de Curitiba, é professora de Canto e Dicção Lírica na Escola de Música da Universidade Federal do Rio Grande do Norte desde 1998. Possui Doutorado em Canto Performance pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e Mestrado em Comunicação e Semiótica pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Já cantou em muitos países, com Alemanha, Estados Unidos, Áustria, Portugal e Argentina, assim como em diversas cidades e regiões do Brasil. Em suas performances, procura sempre valorizar a poesia e sua estreita relação com a música. Elke possui certificação em Yogaterapia pelo Instituto Kawalyadhama-Brasil, sendo também facilitadora do Programa Kindfulness-Mindfulness Integral e Harmonia Emocional, criado e estruturado por Gabriel Jaeger (Lama Jigme Lhawang), pelo Instituto de Ciências Contemplativa do Brasil. Elke também é aluna do Lama Samten, no CEBB (Centro de Estudo Budistas Bodisatva). Em seus trabalhos na área de extensão e pesquisa na Escola de Música da UFRN, desenvolve cursos e práticas aliando yoga, meditação e canto. Foi coordenadora do projeto de extensão “Yoga para Cantores: um instrumento para o desenvolvimento pessoal e artístico de alunos da Escola de Música da UFRN, em 2016. Atualmente, Elke é pesquisadora do GRUMUS, grupo de pesquisa da EMUFRN, onde trabalha com as interfaces de gênero, raça, classe e corporeidades, com o ensino e a atuação musical.

Indiana Nomma

Com 3 CDs produzidos e lançados por ela desde 2015, dos quais dois, o cd UNEXPECTED e o LESSONS IN LOVE, foram finalistas do 27°e 29° Prêmio da Música Brasileira em 2016 e 2018, Indiana Nomma coleciona ao longo de seus 22 anos de carreira muita história pra contar.

Nascida em Honduras, filha de pai baiano e mãe gaúcha, Indiana Nomma cresceu no México, Portugal, Nicarágua, Alemanha Oriental e Brasília. Estudou canto erudito, explorou o teatro e o canto coral o que a fez cantar em tournês por Costa rica e em Nova Yorque, no Carnegie Hall antes mesmo de completar 20 anos de idade.

Nos últimos 3 anos fez tournê pela Argentina (2019), Alemanha e Itália (2016-2018), arrancando aplausos no Jazz Club de Monza e Sporting Club em Milão. Em 2018 representou o Brasil na Semana do Brasil em Bangladesh com participação honrosa. Cantou com orquestras, big bands e participou de inúmeros festivais como Bossa & Jazz Fest (RN), Rio-Santos Jazz Fest, Vale Música (ES), I Love Jazz, Festival De Inverno de Petrópolis, Festival Latinidades (Brasília), Porão do Rock, Festival de Jazz e Blues de Brasília, Feira de Música Independente – FMI, Chivas Jazz Festival – edição Brasília, SEMINA, Festival da Mulher Afro- latinoamericana, República Blues Festival e Brasília 50 anos, Festival de Inverno de Brasília, SESC JAZZ, entre outros. Cantou com Daniela Mercury no aniversário de 50 anos de Brasília.

Em fins de 2015, lançou seus 2 primeiros CDs, sendo o primeiro produzido por ela, o homônimo INDIANA NOMMA com músicas inéditas. O segundo cd, UNEXPECTED foi produzido em parceria com o pianista Osmar Milito e logo concorreu em 2016 ao 26o Prêmio da Música Brasileira na categoria “Melhor Álbum de Língua Estrangeira” ficando entre os 3 finalistas, perdendo apenas para Cauby Peixoto. Lançou em 2017 o CD LESSONS IN LOVE que contém grandes hits internacionais gravados no estilo bossa nova, produzido por ela e pelo renomado produtor Raymundo Bittencourt e com ele ficou como uma das 3 finalistas do 29o Prêmio da Música Brasileira na mesma categoria do anterior.

Conhecida pela voz grave e versatilidade em vários estilos, Indiana faz a síntese de suas preferências musicais, através de projetos como: Indiana Nomma Jazz Quarteto, Indiana Nomma & Osmar Milito Trio, Tributo a Mercedes Sosa, Dolls And Dames, Uberbossa e outros.

Atualmente a cantora vem sendo reconhecida como representante do jazz mundial.
Bebops, improvisos, a voz grave e trompete de boca fazem do show uma atração hipnotizante. 

Jacque Falcheti

Formada em Música pela Universidade Federal de São Carlos e atualmente cursa MPB/Jazz – Canto Popular no Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí (SP). Cantora com dois CD’s lançados e premiada em editais de cultura como: SESI Circuito e territórios, ProAc ICMS e Editais, Ministério da Cultura do Brasil, Correios, FUNARTE, FUNARJ, entre outros. Realizou turnês internacionais para shows na Europa: Itália, França, Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Alemanha e Inglaterra, na África: Tunísia e na América Latina: Argentina e Uruguai. Já participou de Festivais de música, de Jazz, de choro, nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e no exterior. Foi professora de canto do projeto de extensão da Universidade Federal de São Carlos “Conhecendo o Choro” e tutora do curso de Educação Musical à distância da mesma Universidade. Lecionou oficinas de canto, vivências de música brasileira, workshops de produção musical e auto-gestão de carreira no Estado de São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e no exterior, na Itália, Bélgica, Alemanha e Portugal. Em 2019 foi premiada em primeiro lugar no Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo (ProAc-editais) com o projeto Passim para gravação do segundo disco. Gravou em 2019 em parceria com o curso de produção fonográfica o disco Noel Rosa 110 anos, junto ao trio Retrato Brasileiro. Ambos discos serão lançados em 2020. Início de 2020 passou 02 meses em turnê na Europa, onde realizou um total de 25 concertos nos seguintes países: Portugal, Itália, Bélgica, Alemanha, Inglaterra e Holanda.

Joana Mariz

Doutora em performance vocal pelo Instituto de Artes da Unesp e professora de canto erudito e popular da Faculdade Santa Marcelina, vem atuando profissionalmente desde 1999 como cantora lírica e popular, apresentando-se em recitais, óperas e oratórios e shows. Dirigiu os espetáculos multimídia “Cineclube Paulista? (2004) e “Sinfonia de uma Exposição” (2005), junto à Banda Sinfônica do Estado de São Paulo. Realizou em 2008/2009 a preparação vocal da Cia. do Miolo de teatro para a construção do espetáculo ?Amores no Meio-Fio?, e em 2012 do projeto ?Linha Vermelha?, ambos contemplados pela Lei de Fomento ao Teatro. É preparadora vocal do grupo vocal Canto Ma Non Presto desde 2007. É formada em canto pela Unesp e especialista em Fonoaudiologia – Voz pela PUC/SP. Integrou a primeira turma de Formação Integrada em Voz (Centro de Estudos da Voz – São Paulo), certificou-se em Somatic Voicework – The LoVetri Method? (níveis I-II-III), com a renomada professora americana Jeanie LoVetri, e realizou na Suécia curso sobre fisiologia e acústica da voz cantada com Johan Sundberg. Apresenta regularmente seus trabalhos de pesquisa em técnica e pedagogia vocal em congressos internacionais de voz, tendo inclusive recebido premiação de melhor trabalho no simpósio do Comet 2012. Desde 2013 atua nacional e internacionalmente com o duo de canto e piano Prismas

Magda Pucci

Magda Pucci é uma musicista brasileira (arranjadora, compositora e cantora) e pesquisadora independente de músicas do mundo e das culturas indígenas brasileiras. Formada em Música pela Universidade de São Paulo, é mestre em Antropologia pela PUC-SP e Doutora em Pesquisa Artística pela Universidade de Leiden, na Holanda. Como diretora musical e fundadora do Mawaca, um grupo de música com sede em São Paulo, produziu 5 CDs e 4 DVDs e fez turnês em mais de 8 países e no Brasil. O grupo recebeu o Prêmio PPM em 2017 e 2019. É autora de livros relacionados a temas indígenas e educação musical e trabalha como educadora musical ministrando oficinas e cursos de música. Magda é professora convidada em cursos de pós-graduação e extensão em universidades como UNICAMP, UNESPAR e UFGD. Ela trabalhou em projetos musicais em colaboração com comunidades indígenas brasileiras como Kayapó, Guarani Kaiowá, Huni-Kuin, Paiter Surui e outros. Ela também trabalhou em projetos sociais com crianças ONGs e liderou um grupo de refugiados com sede em São Paulo. Publicou artigos nas revistas Música Popular, Vibrant, ABEM, entre outros. Seus interesses incluem musicologia cultural, música indígena brasileira, pedagogia das músicas do mundo, etnomusicologia aplicada e/ou participativa, música comunitária, pesquisa artística, performance e antropologia indígena. É associada ao ICTM – Internacional Council of Traditional Music desde 2013. É coordenadora estadual da seção brasileira do FLADEM – Fórum Latinoamericano de Educação Musical onde desenvolveu ações pedagógicas no formato online em tempos de pandemia. Busca criar pontes entre pesquisa musical à educação musical.

Manu Cavalaro

Intérprete escolhida por Cristina Saraiva no álbum Terra Brasileira, Manu Cavalaro esteve no ranking dos 12 discos mais vendidos no Brasil pela distribuidora Tratore no ano de 2010. Natural de Catanduva no interior de São Paulo Manu Cavalaro aos oito anos de idade conciliava suas primeiras gravações de jingles comerciais e os estudos de piano erudito, piano popular e o canto. Com onze anos já se apresentava como cantora em bailes e eventos acompanhada pelos pais músicos. Aos dezoito anos ingressou no maior conservatório de música da América Latina, o Conservatório Dramático e Musical Dr. Carlos de Campos de Tatuí- SP onde estudou piano e canto MPB/Jazz. Atuou com nomes importantes do cenário musical brasileiro como Paulo Braga, Filó Machado, Itiberê Zwarg e Renato Braz. Participou dos discos “São Benedito” do Grupo Mente Clara, “Jóia Crioula” de Marcos Alma, “Carvão” de Rodrigo Digão Braz, Um respiro de Gustavo Bombonato e o “Rio e a Lua” do compositor paulistano Tiê Alves. Em 2016 lançou seu segundo disco, primeiro trabalho autoral. O CD intitulado Cantora Não teve participação especial de Itiberê Zwarg (contrabaixista de Hermeto Pascoal) e recebeu menção honrosa de Ed. Félix no site Embrulhador. Atuou como educadora musical de bebês e crianças em escolas por quase 10 anos. Atualmente é criadora de conteúdo digital sobre canto, com mais de 340 mil inscritos no Youtube, 20 mil seguidores no Instagram e centenas de alunos no mundo inteiro já se inscreveram em seus cursos de canto online.

Maria de Barros

Maria de Barros

Cantora e professora de canto, Maria de Barros é licenciada em Música e Mestre em Educação Musical pela Universidade de Brasília. Em sua pesquisa, estudou a formação de cantores populares, dentro e fora de uma escola de música. Além de seu trabalho como cantora popular solista, participou de diversos grupos vocais da cidade, entre eles o Madrigal de Brasília, Invoquei o Vocal, Coro de Câmara de Brasília e Coral da Universidade de Brasília. O trabalho com esses grupos resultou em prêmios nacionais e internacionais, diversos discos gravados e na participação em shows, concertos e óperas em Brasília, no Brasil e em diversas partes do mundo. Atuou como maestrina em vários coros da cidade, entre eles: Coral do Ministério do Planejamento, Coral do Ministério da Agricultura, Coral da FUNAI, Coral São Francisco de Assis. Foi professora da Escola de Música de Brasília de 1981 a 2013, onde coordenou durante vários anos a área de Canto Popular e de Música Popular. Atualmente se dedica ao ensino da música e do canto e à pesquisa em Educação Musical.

Monica Salmaso

Mônica Salmaso Pinheiro (São Paulo, São Paulo, 1971). Cantora. O gosto pela música surge na infância, ao acompanhar, com a voz afinada, os discos de música popular brasileira (MPB) que escuta em casa. O estudo formal de música, porém, só se inicia bem mais tarde, na época do cursinho pré-vestibular, quando começa a fazer aulas de canto no Espaço Musical,1 em São Paulo. Após alguns meses de aula, desiste do vestibular para jornalismo e decide se tornar cantora.

Em 1989, faz seu primeiro trabalho profissional, cantando na peça O Concílio do Amor, com direção de Gabriel Villela. Apresenta-se em vários bares paulistanos antes de integrar o grupo Notícias dum Brasil, de Eduardo Gudin. O primeiro trabalho fonográfico data de 1993, participa do CD Luz do Cais, de Mário Gil, na canção Cidadela, de Nivaldo Ornellas e Jairo Lara. Interpreta três faixas do disco Canções de Ninar, 1994, e duas do Canções de Brincar, 1996, projeto da dupla Palavra Cantada, formada por Paulo Tatit e Sandra Peres. Participa do álbum Eduardo Gudin e Notícias dum Brasil, e de cinco faixas do disco La Navea (A Volta ao Mundo em 19 Melodias), de Inácio Zatz, em 1995. No mesmo ano, em parceria com o violonista Paulo Bellinati, grava todos os afro-sambas de Baden Powell e Vinicius de Moraes, no disco Afro-Sambas. Com esse trabalho, Mônica faz suas primeiras turnês internacionais, na Venezuela, Estados Unidos e Europa.

O segundo disco, Trampolim, 1998 (Pau Brasil), conta com renomados instrumentistas brasileiros, como Naná Vasconcellos, Paulo Bellinati, Toninho Ferragutti, entre outros. No mesmo ano, participa do CD Orquestra Popular de Câmara, do grupo homônimo.2 Vence a segunda edição do Prêmio Visa MPB, em 1999, que lhe rende a gravação do disco Voadeira (Eldorado), premiado pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Em 2000, atua na trilha do espetáculo O Corpo, escrita por Arnaldo Antunes para o Grupo Corpo. No ano seguinte, é uma dos finalistas do Festival da Canção da Rede Globo. Entre 2002 e 2003, realiza o projeto Ponto in Comum, recebendo no Serviço Social do Comércio (Sesc) Ipiranga, em São Paulo, convidados especiais para shows únicos. Também leciona canto popular em várias edições do Festival de Música de Curitiba.

Em 2004, lança Iaiá, pela gravadora Biscoito Fino, que produz seus três discos seguintes. Noites de Gala, Sambas na Rua, de 2007, traz apenas composições de Chico Buarque, sendo indicado para o Grammy Latino 2007 como melhor álbum de MPB. Em Nem 1 Ai, gravado em 2000, mas só lançado em 2008, Mônica associa-se a grandes instrumentistas, como André Mehmari, Rodolfo Stroeter, Tutty Moreno, Nailor Proveta e Toninho Ferragutti, para registrar um repertório eclético. Em Alma Lírica, de 2011, acompanhada de Nelson Ayres (piano) e Teco Cardoso (sopros), reúne amostras da música sentimental brasileira, incluindo clássicos como Lábios que Beijei, de J. Cascata e Leonel Azevedo; Derradeira Primavera, de Tom Jobim e Vinicius de Moraes; e Melodia Sentimental, de Heitor Villa-Lobos e Dora Vasconcellos; além de uma lânguida versão de Trem das Onze, de Adoniran Barbosa.

Faz participação especial em discos de diversos compositores e instrumentistas, como Chico Buarque (Carioca, 2006), Mário Gil (Contos do Mar, 1997, e Comunhão, 2007), a flautista Léa Freire (Cartas Brasileiras) e o violonista Leandro Carvalho (Descobrindo João Pernambuco, 2000). Participa do Songbook – Tom Jobim (1996), Cole Porter & George Gershwin – Canções, Versões (2000), O Mestre Léo Peracchi e a Jazz Sinfônica: Canções de Tom e Vinicius (2001), Um Ser de Luz – Saudação a Clara Nunes (2003), Ode Descontínua e Remota para Flauta e Oboé – de Ariana para Dionísio (obra da poeta Hilda Hilst, musicada por Zeca Baleiro, 2005), Timoneiro (tributo a Hermínio Bello de Carvalho, 2005), Vinicius (trilha do documentário de Miguel Farias Jr., 2005) e Vinicius e os Maestros (2011), de Mario Adnet.

Paula Santoro

Paula Santoro é uma das maiores intérpretes de sua geração. Possui 6 CDs gravados e acaba de finalizar seu 7o álbum. Em mais de 30 anos de carreira, contribuiu com grandes artistas em shows ou estúdio, a saber: Chico Buarque, Milton Nascimento, Edu Lobo, Nana Caymmi, Guinga, Toninho Horta, Lô Borges, Flávio Venturini, Alcione, entre outros. Seu novo álbum conta com as participações de João Bosco, João Donato, Toninho Horta, Raul de Souza, Arthur Verocai e Mamão (Azymuth). O novo disco será lançado em breve. O CD anterior, “Tudo será como antes”- Uma Homenagem ao Clube da Esquina, foi feito em parceria com o Duo Taufic (Eduardo Taufic no piano e Roberto Taufic no violão). O álbum anterior – “Metal na Madeira” – em parceria com Ian Faquini grandes músicos americanos e brasileiros, foi lançado nos EUA e Europa (Tour 2016 e 2017). Foi gravado no Fantasy Studios (SF-EUA) onde Miles Davis, Bob McFerrin, Bill Evans e outros grandes artistas já gravaram. O CD “Mar do meu Mundo” (Borandá) teve participação especial do grupo UAKTI. O álbum – “Paula Santoro” (Biscoito Fino) – contou com as participações especiais de Chico Buarque, Toninho Horta, Jaques Morelenbaum, Banda Mantiqueira e Nelson Angelo. Seus discos têm obtido excelentes críticas no Brasil e exterior (Europa, Estados Unidos e Ásia). Participou do CD de Mário Adnet – “Um olhar sobre Villa-Lobos” – indicado ao Prêmio da Música Brasileira e ao Grammy Latino 2013. Neste trabalho, participaram também Edu Lobo, Milton Nascimento, Yamandú Costa, Mário Adnet, Monica Salmaso e Muiza Adnet. Durante sua carreira, Paula foi contemplada com diversos Prêmios, tais como: V Prêmio Visa Vocal (3o lugar), Melhor cantora de Minas Gerais (Troféu Faísca) e Melhor intérprete do IV Festival de Música da Rádio MEC e Nacional. Foi indicada ao prêmio Rival Petrobrás de Música e ao Press Awards US em 4 categorias: Melhor Cantora, Melhor show, Melhor turnê e Melhor artista (ao lado de Ian Faquini). Foi selecionada para o Projeto Pixinguinha (ao lado de Wilson das Neves), Rumos Itaú Cultural, dentre outros Editais importantes. Idealizou e participou do projeto Novas Esquinas (homenagem aos 40 anos do Clube da Esquina) patrocinado pelo BB – realizado no CCBB Rio, cantando ao lado de Lô Borges, Flávio Venturini, Toninho Horta, Tavinho Moura e Nelson Angelo. Dos shows que realizou fora do Brasil, destacam-se: a turnê pela Rússia (Moscou e Sibéria-2020), Índia (2010) à convite da Embaixada do Brasil; turnê pela Itália e também por todo Brasil, em duo com o compositor Guinga (2007); a apresentação em Nova Iorque (2012) na Conferência APAP (Association of Performing Arts Presenters); a participação no programa de TV “Later with Jools Holland” da prestigiosa BBC de Londres, na mesma noite que Amy Winehouse e o Tributo a Ary Barroso ao lado de Alcione, no The Forum (ambos em Londres/2003). Em 2014 e em 2015, excursionou pelos EUA, ministrando Oficinas de canto e se apresentando em Nova York, San Francisco, Seattle, Portland, Olympia (entre outros locais) com casas lotadas e críticas elogiosas ao trabalho. Em 2014, Paula excursionou pela Aústria com o músico e compositor Alegre Correa (que integrava a banda de Joe Zawinul). Nos EUA, cantou com músicos renomados como Jovino Santos Neto (nominado ao Grammy, integrante da banda de Hermeto Paschoal por mais de 20 anos), Otmaro Ruiz (foi pianista e diretor musical da cantora Dianne Reeves). Cantou em importantes projetos e festivais: Tudo é Jazz, no Tributo a Jobim, com a Orquestra Sinfônica de Minas Gerais, ao lado de Danilo Caymmi, Zé Renato, Paula Morelenbaum e Paulo Jobim, com regência de Jaques Morelenbaum; diversos festivais ao lado do violonista e compositor Juarez Moreira; projeto Sintonia Fina, com curadoria de Nélson Motta; Projeto Pixinguinha, excursionando com Wilson das Neves e banda, entre outros. Na televisão, dublou a atriz Maria Fernanda Cândido na minissérie Aquarela do Brasil (Rede Globo) e apresentou-se no programa Som Brasil (Globo) em homenagem a Ivan Lins (lançado em DVD). Participou de Chiquinha Gonzaga como atriz e cantora. No teatro, atuou em musicais como Manoel, o Audaz, Mulheres de Hollanda e Aldir Blanc, Um Cara Bacana em que dividia o palco com Lucinha Lins, Cláudio Tovar, Cláudio Lins e Zé Luiz Mazziotti. Começou sua carreira cantando e gravando ao lado do cantor, violonista e compositor Sérgio Santos, depois ingressou no grupo vocal Nós & Voz e posteriormente, integrou a banda Sagrado Coração da Terra do compositor e arranjador Marcus Viana com quem cantou na turnê da novela Pantanal e gravou o tema de abertura da novela Ana Raio e Zé Trovão.

Regina Machado

Cantora, compositora e instrumentista, graduou-se em Música Popular pela Universidade Estadual de Campinas [UNICAMP], onde atua desde 2002 como docente de Canto Popular e Canto na Música Popular Brasileira, disciplina na qual aplica sua metodologia de análise do comportamento vocal. Atuando como cantora desde 1982, e em carreira solo desde 1986, apresentou-se em vários teatros da cidade de São Paulo [Teatro Hall, Crowne Plaza, Sesc – Consolação, Pompéia, Ipiranga, Vila Mariana – Centro Cultural São Paulo, Teatro Promom etc]. Gravou trilhas sonoras, entre elas o tema do filme O Baiano Fantasma, de Denoy de Oliveira, premiado no Festival de Gramado, cantou no Teatro de Arena Eugênio Kusnet em projeto escrito e idealizado por Fauzi Arap, foi vocalista de Tom Zé, idealizou e produziu, juntamente com Silvia Ferreira, o projeto “Os Caminhos da Canção Brasileira” apresentado no Teatro Hall e que contou com as participações de José Miguel Wisnik, Mônica Salmaso, Tom Zé e Rita Ribeiro entre outros. Inaugurou em 1997 sua escola, Canto do Brasil Atividade e Ensino Musical, voltada para o ensino do canto popular baseado na sonoridade da voz na canção brasileira. Lançou em maio de 2000, pela Dabliú Discos, seu primeiro cd solo, Sobre a Paixão, que contou com arranjos e produção de Mario Manga, reunindo um repertório que encontra na canção, popular e erudita, a sonoridade, o lirismo e uma nova estética para a canção romântica.

Susanna Stivali

Ela é considerada um dos nomes mais importantes do jazz italiano.

Estudou canto lírica com o M. Luigi Rumbo (Maestro de Capela Sistina de Roma) e Ms. Mara Rhormann, piano clássico e jazz, tendo se especializado, entre outros, com Bob Stoloff, Murk Murphy, Mily Bermejo. Estudou na Berklee College of Music em Boston depois de ganhar uma bolsa de estudos. 

Como compositora, ela escreve música para cinema, teatro e televisão. Em 2006, ela escreve a trilha sonora original do filme: “La Velocità della Luce”, produção da Warner Bros. Em 2007, ela escreve a música “Chiaraluce” que está incluída no CD “Stonata” de Giorgia, uma dos mais importante artistas pop italianas. Ela também escreveu a maior parte das canções incluídas no cd A Secret Place and Piani DiVersi. Em 2005, ela é incluída com uma composição original por conta própria, dentro do primeiro Real Book de jazz italiano, uma das mais respeitadas publicações do género da Itàlia, reconhecida internacionalmente (Charish edições)

Professora titular no Conservatorio de Musica de FrosinoNe, (foi docente no Conservatorio di Musica di Pescara, Latina, Bari, Lecce e Salerno) na Catedra de Canto e improvização em jazz.

 

Desenvolve hà muitos anos o ensino e atividades de formação na área de técnica vocal, de aprofundamento da linguagem do jazz e improvisação em algumas das mais importantes escolas de música italiana, como Saint Louis Music Center, em Roma, e através de seminários, exemplo: Vivere di Cultura. BAICR Sistema de Cultura, Seminários Monteroduni, Festival Eddie Lang, Jazz Arcevia, Jazz’s Cool, Alto Perfezionamento Saint Lous Music Center e Casa de Jazz, Vocinsieme, Fara Music, Arcevia Jazz Fest.