Classe de Bandolim e Cavaquinho

Henrique Cazes - Coordenador da Classe

Começou a tocar violão com seis anos de idade e gradativamente foi incorporando o cavaquinho, o bandolim, o violão tenor, o banjo, a viola caipira e a guitarra elétrica, sempre como autodidata.

Estreou profissionalmente em 1976 com o Conjunto Coisas Nossas, e em 1980 passou a integrar a Camerata Carioca, onde trabalhou com o bandolinista Joel Nascimento e o maestro Radamés Gnattali.

Em 1988 iniciou sua carreira de solista de cavaquinho, com o lançamento do primeiro disco “Henrique Cazes” e o método “Escola Moderna do Cavaquinho”, o mais utilizado livro didático do instrumento. Como solista lançou ainda outros discos como “Tocando Waldir Azevedo”, “Desde que o Choro é Choro”, “Pixinguinha de Bolso” e “Uma história do cavaquinho brasileiro”. Em 1998 publicou o livro “Choro, do Quintal ao Municipal”, em que resume a história de 150 anos de Choro.

Esteve à frente de projetos que buscaram ampliar as fronteiras do Choro como o premiado “Bach in Brazil” e a série de 4 CDs “Beatles n’Choro”.

Produziu e apresentou programas de rádio sobre Choro e foi o âncora da série de documentários da TV portuguesa “Apanhei-te Cavaquinho”, disponível integralmente na internet.

Concluiu em 2011 o Mestrado em etnomusicologia na Escola de Música da UFRJ, defendendo trabalho sobre rodas de choro. É professor de cavaquinho na mesma instituição, responsável pela implantação do pioneiro Bacharelado em Cavaquinho.

Tem sido apontado como referência do cavaquinho de solo na atualidade, atuando também como produtor em inúmeros projetos. Na área de composição, além de choros e peças didáticas para cavaquinho, tem escrito trilhas para cinema e televisão.

No campo da música de câmera com grupos de cordas dedilhadas, participou da Camerata Carioca (1979-1986), Orquestra de Cordas Brasileiras (1987-1996), Camerata Brasil (1999-2009) e atua na Camerata Dedilhada da UFRJ, desde 2014.

PROFESSORES

Alceu Maia

Alceu Maia é músico, arranjador, produtor e compositor. Já participou de gravações ou de shows de mais de quinhentos artistas diferentes. Ganhou o Prêmio Sharp como arranjador e o Grammy Latino com o cd/dvd do artista Diogo Nogueira.

Entre os artistas com quem tocou em shows e/ou gravações gravou citamos Alcione, Beth Carvalho, Clara Nunes, Chico Buarque Dione Warwick, Martinho da Vila, Zeca Pagodinho, Cartola, Elizeth Cardoso, Roberto Ribeiro, entre muitos outros.

O compositor Alceu Maia tem mais de cento e cinquenta músicas gravadas por vários artistas como Martinho da Vila, Alcione, Demônios da Garoa, Leci Brandão, Agepê e Luiz Ayrão. Entre seus parceiros destacamos Sarah Benchimol, Martinho da Vila, Carlos Colla, Délcio Carvalho, Toninho Nascimento, Toninho Geraes e Zé Katimba.

Como diretor e produtor musical atuou em cds/dvds de Diogo Nogueira, Leci Brandão, Agepê, Escolas de Samba do Grupo especial do Rio e de São Paulo, Sururu na Roda, e os cds/dvds dos “Sambabooks” João Nogueira, Martinho da Vila, Dona Ivone Lara e Jorge Aragão, além dos dvds “Samba Social Clube Nova Geração” e outros mais. Foi o responsável pela direção musical do show “Nívea viva o samba”, com os artistas Alcione, Martinho da Vila, Roberta Sá e Diogo Nogueira.

Como artista gravou o cd “Alceu Maia, Brasil Chorinho” pela Sony Music e, pela gravadora “Koala Records”, do Japão, o cd “Alceu Maia tocando e cantando.

É dele a direção musical do programa “Samba na Gamboa”. Foi um dos apresentadores do programa “Samba Amigo”, da Rádio Globo.
Formado em Comunicação Social, foi correspondente da revista japonesa “Latina”por cerca de dez anos.

Henrique Garcia

Henrique Garcia: Bacharel em violão (UFRJ), especialista em metodologia do ensino de artes(FESL), mestre em práticas interpretativas (UFRJ) e atualmente professor de cavaquinho do primeiro curso bacharelado em cavaquinho do Brasil (professor substituto), ofertado pela UFRJ.

Integrante da banda do cantor Diogo nogueira há 15 anos como cavaquinista. Em 2012 foi diretor musical do DVD do cantor intitulado “Diogo Nogueira ao vivo em Cuba”. Além disso, foi diretor musical da banda do cantor no período de 2011 até 2015.
Em 2016 lançou seu primeiro CD solo, intitulado “Choros e Prelúdios para cavaquinho solo”, no qual aborda uma nova concepção solo com 5 prelúdios inéditos para cavaquinho, além de choros nos quais teve a participação de importantes nomes da música brasileira como: Henrique Cazes, Silvério Pontes, Dirceu leite, Diogo Nogueira entre outros.
Em agosto de 2017 lançou seu primeiro método para cavaquinho, “ Método Progressivo aplicado ao cavaquinho solo”, no qual aborda mais de 100 exercícios técnicos aplicados ao cavaquinho solo.

Marco César Brito

Marco César de Oliveira Brito – Nasceu no dia 30 de Julho de 1960, na cidade de Pesqueira/PE. Pedagogo, Compositor, Arranjador e Bandolinísta. Formado nos Cursos de Geografia e Música pela Universidade Federal de Pernambuco – UFPE e Pós – Graduação em Supervisão Educacional pela Universidade Salgado de Oliveira – UNIVERSO (RJ). Fundador do primeiro curso de Bandolim e Cavaquinho em Conservatório de Música no Brasil. Iniciou seus estudos de Teoria e Solfejo no Conservatório Pernambucano de Música com o Mestre Severino Revoredo.

Estudou Harmonia Moderna com os professores Ian Guest, Thales Silveira e RobertoSion. Fez o Curso de Harmonia e Contraponto ao nível de especialização com o Prfº.Manoel N. Neto, com o qual compôs o primeiro Concerto para Bandolim Contra-Fagote e Orquestra de Cordas criado no Nordeste. Participou como professor do I Seminário de Música Instrumental de Ouro Preto – MG e V FENARTE (Feira de Artes) em João Pessoa/PB onde ministrou as oficinas de Chorinho e nos Master-class de Oficina de Cordas pela FUNARTE nas cidades de Aracaju e Natal. Foi fundador, músico e diretor artístico da Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco, e membro, fundador, músico e arranjador do Grupo Oficina de Cordas de Recife.
Participou do XVII Festival Del Caribe (Fiesta Del Fogo) em Santiago de Cuba, convidado peloGoverno do Estado/PE e do VIII Festival de Inverno de Garanhuns ao lado da OrquestraCamerata Armorial de Pernambuco com o Grupo Regional Sexteto Retratos do Conservatório Pernambucano de Música. Vem sendo solista junto as Orquestras Sinfônica do Recife, Armorial de Câmara de Pernambuco, Câmara da Paraíba, Câmara da UFPE ,Câmara do CPM e Quinteto de Cordas da Paraíba. Tendo sido regido pelos maestros Henrique Gregori, Marlos Nobre, Cussy de Almeida, Osman Gioia e Mário Câncio. Participou como coordenador do Curso deCapacitação Para Instrumentistas de Orquestras de Pau e Corda do Recife Projeto da Secretária de Trabalho e Governo do Estado de Pernambuco. Participou no período de 07 á 26 de julho/99 do espetáculo “Pernambuco” integrando o grupo que acompanhou o multi-artísta Antônio Nóbrega no Festival de Avignon – França. Foi convidado pelo Quinteto da Paraíba para participar do concerto de aniversário pelos seus 10 anos de carreira musical. Participou como músico, arranjador e diretor musical do 1ª Cd do Coral Edgard Moraes – Frevos de Bloco em  10/99. Convidado para participar em 02/00 das apresentações do grande artista Antônio Nóbrega nas duas maiores casas de espetáculos do Brasil ATL Hall no Rio de Janeiro e Credicard Hall em São Paulo. Em dezembro de 2000 foi empossado membro da Academia Pernambucana de Música ocupando a cadeira dos compositores e irmãos Edgard e Raul Moraes. Em 2001 Participou do Espetáculo “Folias Guanabaras”pelo projeto Mãe Gentil do Fisioterapeuta e Coreógrafo Ivaldo Bertazzo nos estados do RJ/BH/SP com a Orquestra Retratos do Nordeste.

Em 2002 foi convidado para participar como solista e arranjador do CD “CAPIBA & GONZAGÃO” – Quinteto de Cordas da Paraíba. Participou do Projeto Caindo no Choro – Clube do Choro de Brasília como representante do choro pernambucano.
Citado no Método Brazil Your Passport to a new world of music – Série Guitar Atlas do autor Billy Newman, como artista e educador especializado em choro no Nordeste do Brasil.
Participou do projeto “Cultura Popular não é Folclore – Antonio Nóbrega e Convidados” no espaço cultural Banco do Brasil – SP. Convidado para participar da ExpoMusic 2002 – 19º Feira Internacional da Música em SP. Solista convidado no Concerto Oficial da Banda Sinfônica da Cidade do Recife (06/2003). Participou como convidado da Palestra sobre os Novos Caminhos do Choro no Cine Teatro Apolo, após a exibição do Documentário “MEU TEMPO É HOJE” – sobre Paulinho da Viola,(01/10/03). Participou do Projeto TIM Música nas Escolas, com uma oficina sobre instrumentos de cordas dedilhadas, (20/09/03). Diretor Musical e Arranjador do Projeto cd CHOROS PERNAMBUCANOS Vol. 01 ,com o Grupo Sexteto Capibaribe, (11/12/03).
Recital de Piano (Levi Guedes) e Bandolim (Marco Cezar) e Orquestra Retratos do Nordeste – Apresentando Raridades de L. Van Beethoven, (28/04/04). Participou do programa ALMA E CORAÇÃO como músico convidado das Comemorações pelo Centenário de Vida do Bandolinista Luperce Miranda, com o lançamento do livro “Luperce Miranda o Paganini do Bandolim” de Marília Trindade Barbosa no Centro Cultural Carioca – RJ. Participou do projeto ACORDES PRA JACARÉ – (ato de solidariedade ao grande cavaquinista Antônio da Silva Torres mais conhecido por Jacaré do Cavaquinho) MC – como músico, instrumentista, arranjador e diretor musical ao lado de grandes nomes da nossa música como: Maurício Carrilho, Luciana Rabelo, Henrique Annes e Néneu Liberalquino. Solista da Suíte Retratos do compositor Radamés Gnattali com a Orquestra Sinfônica do Recife (08/04). Palestra sobre “A Didática do Ensino e a Profissionalização dos Instrumentistas de Cordas Dedilhadas” na Escola Rafael Rabello em Brasília (09/04). Diretor Musical do Espetáculo REVENDO UM AMIGO – Um show para canhoto da Paraíba, no teatro da UFPE. Participou do Projeto Imaginário Pernambucano com o Sexteto Capibaribe na cidade de Brasília – projeto promovido pela Caixa Econômica Federal. Projeto TEMPEROS DO CHORO – Sesc Ipiranga/SP com o Trio Capibaribe ao lado de grandes nomes como: Laércio de Freitas,Trio Cai Dentro, Nó em Pingo D’água dentre outros (04.05). Convidado das Choronas no Projeto CHORONAS CONVIDA – 10 ANOS , Recife/PE (11.05). Diretor Musical do Espetáculo de Antônio Nóbrega e Orquestra Retratos do Nordeste, pelos 30 anos comemorativo da Academia Pernambucana de Música (11.05). Projeto Bambambãs no CCBB no Rio de Janeiro ao lado de Armandinho (23.05). Participou do 3º MIMO ( Mostra Internacional de Música de Olinda)Com a Orquestra Retratos do Nordeste ao lado do grande bandolinista Joel Nascimento e do violonista Caio César.Convidado a participar das gravações do CD e DVD do espetáculo 9 de Frevereiro do artista Antônio Nóbrega(2006/2007) .

Participou da IV e V Edição do Encontro de Violões e Bandolins do Recife, no Teatro de Santa Isabel ao lado de músicos como: Nonato Luiz , Nicolas Krassik e Maestro Spok com o Chorando em PE . Convidado como Maestro e Arranjador para festa de abertura do Carnaval Multicultural do Recife , acompanhando a cantora Maria Betânia e Coral Edgard Moraes.  Escreveu arranjos para Orquestra Jazz Sinfônica de São Paulo, Sinfônica do Recife e Orquestra

Petrobrás Sinfônica. Convidado do artista Antonio Nóbrega e Maestro Spok para participar como solista e arranjador dos concertos em comemoração aos 100 Anos do Frevo nas cidades do Rio de janeiro e São Paulo com a Orquestra Petrobras Sinfônica com regência de Wagner Tiso e Carlos Prazeres. Participou do II Circuito Pernambucano de Choro e I circuito de Choro do Recife; Participou da 4ª e 5ª edição da MIMO (Mostra Internacional de Música de Olinda) como mestre nas oficinas de cordas dedilhadas junto com o Prof Caio César ;Convidado do Projeto Música no Museu, no Museu da Casa Brasileira SP, sob a curadoria de Antonio Nóbrega (06/2008); Convidado Especial do Mandopolis Festival- V Encontro Internacional de Bandolinistas sob a Direção Musical de Patrick Vaillant ao lado do Mélonious Qartet – Puget- Theniers – Sul da França (07/2008); Solista convidado da Série MPB e Jazz (2008) pelos Maestro Wagner Tiso e Carlos Prazeres com Orquestra Petrobrás Sinfônica (Homenagem a Jacob do Bandolim na Sala Cecília Meireles,RJ (10/2008); Solista convidado do VII Concerto Oficial da Banda da Cidade do Recife, pelo Maestro Nenéu Liberalquino em comemoração aos 50 anos da Banda e lançamento do 1º CD (10 e 11/2008); Músico convidado a tocar com o grupo Chorando em PE na Embaixada do Brasil em Buenos Aires representando a música pernambucana, em evento comemorativo ao lançamento do vôo Recife-Buenos Aires (10/2008); Espetáculo Antônio Nóbrega e Orquestra Retratos lançamento do seu DVD no Teatro da UFPE (11/2008); Solista e compositor convidado a participar do CD do Grupo Sá Grama no projeto em homenagem a Luiz Gonzaga(12/2008). Concerto solista convidado da Orquestra do Estado do Mato Grosso na cidade de Cuiabá –MT (03.2009). Professor da Etapa Educativa da MIMO 2009 e diretor Musical da apresentação da Orquestra Retratos com Antônio Nóbrega na MIMO. Gravação do programa ENSAIO na TV cultura de SP como músico e diretor musical do Coral Edgard Moraes e Getúlio Cavalcanti ambos, ícones do carnaval de PE.

Projeto DUOS ao lado do violonista Fernando Cesar (Brasília). Participou da MIMO 2010 como Professor das oficinas de cordas dedilhadas. Participou da programação dos 80 Anos do Conservatório Pernambucano de Música ao lado de Antônio Nóbrega e Maestro Spok junto com a Orquestra Retratos do Nordeste. Participou das programações da Orquestra Sinfônica Jovem do Conservatório PE de Música como músico solista convidado. Concerto pelos 25 Anos da Academia Pernambucana de Música no Teatro de Santa Isabel ao lado do grupo Sá Grama e do músico americano Harvey Wainapel.

Marcus Garrett

Marcus Garrett:
Bandolinista e cavaquinhista, formado em Bacharel em Bandolim pela UFRJ e licenciado em música, atualmente é aluno do mestrado profissional no Programa de Pós Graduação em Música da UFRJ (PROMUS).

Em 2007 gravou o CD “Roda no Rio” com o grupo Água no Feijão e em 2009 atuou na gravação do CD “Meu Bandolim” de Marilynn Mair. Participou do I e II Encontro Internacional de Bandolim do Rio de Janeiro (Momento Rio Bandolim), e do II Encontro de Cordofones da UFRJ.
Atualmente é professor da escola de música Villa Lobos, onde ministra aulas de Bandolim, Cavaquinho e Violão.

Messias Britto

Messias Britto, músico precoce e autodidata, natural de Euclides da Cunha, no sertão baiano, com 12 anos viu um cavaquinho pela primeira vez. Aos 14 anos, conheceu o choro ao ouvir Waldir Azevedo em um disco de vinil, fascinado pelo gênero, formou com amigos o primeiro grupo de choro do sertão baiano, “Os Chorões do Cumbe”.

Com 19 anos se mudou para Salvador, a convite do Clube do Choro da Bahia. Na capital, deu aulas práticas de cavaquinho e fez parceria com o SESI, levando o projeto “Cavaquinho na Música Brasileira” para várias escolas, tocando um repertório de choro e MPB.

Além do Clube do Choro, Messias fez parte do Grupo Mandaia. Dono de uma musicalidade natural e expressiva, demonstrada com uma técnica própria, ágil e precisa, seu cavaquinho vai além do esperado.

Em 2011, o músico foi morar em São Paulo e iniciou um intercâmbio musical, formando o”Quarteto Aeromosca” Junto com os músicos Gabriel Rosário (BA), Gian Correa (SP) e Rafael Toledo (SP).

O álbum foi lançado em 2013, contando com as participações especiais de Armandinho Macêdo e Yamandú Costa, ambos admiradores do jovem cavaquinista que também é admirado pelo grande Paulinho da Viola que faz questão de mencionar Messias como um dos maiores talentos da atualidade.

Depois de conquistar o Festival de Música da Rádio Educadora da Bahia, como “Melhor Intérprete Instrumental” por dois anos consecutivos (2012 e 2013), lançou em 2014, no Sesc Pompeia, o seu primeiro album ‘’Baianato ‘’ em que ao lado de um repertório quase que totalmente autoral, registra sua surpreendente interpretação da clássica “Espinha de Bacalhau”, do compositor pernambucano Severino Araújo. 

Em 2016 foi vencedor do Prêmio MIMO e em 2017 gravou o primeiro disco em que o cavaquinho atua sozinho do início ao fim: Cavaquinho Polifônico, lançado em Julho de 2018 na Varanda do SESI, em Salvador.

Em 2018 a Orquestra Jovem Tom Jobim apresentou o programa 100 Anos de Jacob do Bandolim, como participação dos músicos Messias Britto ( cavaquinho ), Hercules Gomes ( piano) e Bebê Kramer ( acordeão). Sob a batuta de Nelson Ayres e Tiago Costa, a Orquestra realizou dois concertos:No teatro Antônio Houaiss, em Santo André/SP e na Sala São Paulo.

Em Janeiro de 2019 o cavaquinista ministrou o curso “Cavaquinho Brasileiro”, na 36ª edição da Oficina de Música de Curitiba.

Messias vem se destacando como uma das grandes revelações da música instrumental Brasileira.

Paulo Sá

Paulo Sá – Bandolinista, doutor em Música na linha de Práticas Interpretativas e mestre em Musicologia. Professor Associado da Escola de Música da UFRJ. Principais conjuntos que integrou/gravou: Orquestra de Cordas Brasileiras, Rio Trio, Camerata Brasil, Paulo Sá Quarteto e Duo Alcantilado. Com o violonista Fábio Nin, produziu em 2010 a série musical “Naquela Mesa em Tempos Modernos”, uma homenagem a Jacob do Bandolim, tendo como convidados Beto Cazes, Silvério Pontes, Gabriel Grossi, Vitor Gonçalves e Nicolas Krassic. No mesmo ano escreveu e dirigiu o espetáculo “Afinidades Musicais: Choros e Fados” no Centro Cultural Correios no Rio de Janeiro. Apresentou-se com a Orquestra Sinfônica Brasileira, Orquestra do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Petrobrás Sinfônica e Mount Hood Orchestra (Estados Unidos). 

Atualmente é integrante da Camerata Dedilhada da UFRJ como parte do projeto de extensão “Música Brasileira para Cordas Dedilhadas: Produção, Análise e Interpretação” e desenvolve o Duo Barroqueando com o violonista/violeiro Daniel Miranda. Professor visitante: Academia de Música de Malmö (Suécia, 2017) e Conservatório de Milão (Itália, 2013). Concertos palestras sobre Choro (outubro-2005 a fevereiro-2006): Berklee College of Music, Universidade de Massachusetts-Darthmouth, Brown University, Cornell University e University of Oregon. Com a bandolinista norte-americana Marilynn Mair lançou o Brazilian Choro Method for Mandolin, publicado pela MelBay, Estados Unidos, 2010.

Pedro Cantalice

Pedro Cantalice – Cavaquinho.
Natural do Rio de Janeiro, é bacharel em cavaquinho pela Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ e atualmente cursa o mestrado em música pelo PROMUS na mesma instituição. Músico atuante na cena carioca, tem experiência com música popular e música de câmara. Estreou a Sonatina para Cavaquinho e Piano de Alexandre Schubert e Salsa e Cebolinha de Ricardo Tacuchian. Entre os anos de 2012 e 2019 excursionou por países como Argentina, Portugal e França realizando palestras e apresentações sobre a música popular brasileira. Em janeiro de 2020 recebeu o diploma Waldir Azevedo de excelência no Choro pelo Instituto Waldir Azevedo em Conservatória-RJ. Atualmente dedica-se a pesquisa “Memória do Cavaquinho Brasileiro” e a propagação de conhecimentos a respeito do instrumento.

Tiago Santos

Tiago Santos 
Músico bandolinista, multi-instrumentista, compositor, professor e pesquisador. Mestre em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2019), do qual desenvolveu o trabalho autoral e original “O bandolim polifônico de 10 cordas”, que tem como produtos artísticos um caderno de partituras e um disco, sob orientação do Prof. Dr. Paulo Sá.

Tem três álbuns gravados: “Chorobosssambando” (2013), “Nosso Tempo” (2017) e “O Bandolim Polifônico de 10 cordas” (2019), com concertos solo, com grupos e orquestras e ministrando aulas e workshops em 13 países (Brasil, México, Perú, França, Bélgica, Itália, Portugal, Espanha, Alemanha, Holanda, Inglaterra, Chile e Argentina).

Como professor, ministrou aulas no Projeto Guri (Polos Dumont e Morro Agudo- SP- Brasil) nos anos de 2010-2011, Centro Cultural Campos Elíseos (Projeto Kabuki- Ribeirão Preto-SP-Brasil) de 2004 a 2016, além de educador na linguagem de música, no Centro Educacional Marista de Ribeirão Preto-SP-Brasil entre 2015 e 2017. Ministra aulas particulares de Bandolim, Cavaquinho, violão 6 e 7 cordas, prática em conjunto e preparatório para vestibular.

Atualmente tem vários trabalhos artísticos, circulando no Brasil e exterior, dentre os principais: O Bandolim Polifônico de 10 cordas (Bandolim Solo), Tiago Santos Quarteto, Duo Afinidades com o saxofonista Jorge Nascimento e o Bandolim Trio com Daniel Migliavacca e Vitor Casagrande.